sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Pif Paf é segunda melhor empresa de bens de consumo do Brasil

 

Ranking da revista Exame, um dos principais do país, foi divulgado neste 18/11 e indica, ainda, que a companhia subiu 55 posições na classificação por renda líquida e 20, na categoria Agro.

A Pif Paf Alimentos é a segunda melhor empresa do setor de bens de consumo do Brasil, de acordo com o ranking “Melhores e Maiores 2020” da revista Exame, um dos mais tradicionais e importantes do país. A divulgação do resultado aconteceu hoje 18/11, no evento de premiação, que, pela primeira vez, foi transmitido online e aberto a todas as pessoas. A companhia mineira ainda tem outros motivos para comemorar: subiu 55 posições na classificação das 1000 maiores organizações do país por renda líquida, e entrou para o TOP 100 na categoria Agronegócio.

O desempenho expressivo reforça uma gestão apoiada nas melhores práticas de governança corporativa, responsabilidade socioambiental e na cultura de inovação, além da assertividade na implementação de um robusto plano de crescimento sustentável para os próximos anos. “Mais uma vez, a Pif Paf se destaca entre as melhores empresas do país, em um ano tão desafiador como foi 2020. É um grande reconhecimento do esforço e dedicação de toda nossa equipe para seguir sempre como referência em qualidade, sustentabilidade e rentabilidade. Reflete, também, a efetividade do nosso planejamento estratégico”, afirma o CEO da companhia, Rodrigo Coelho.

Com 47 anos de existência, o ranking “Melhores e Maiores” é o maior estudo sobre a evolução dos negócios no Brasil e uma das mais relevantes premiações de excelência empresarial em 20 setores da economia. A definição da classificação em cada um deles é feita por meio de análise técnica, baseada em metodologia desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (USP). O critério para avaliar o sucesso é, basicamente, uma comparação dos resultados obtidos em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira, participação de mercado e produtividade por empregado.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Ciclistas e seus Direitos

 

A grande maioria dos ciclista gostam e querem respeito no transito, pra que eles querem isso ? Acredito que para nada.

Ainda ficam querendo reivindicar seus direitos no transito, alegando que ninguém os respeitam no transito. Porque eles mesmos não respeitam as devidas leis de transito.

Para eles quererem o respeito no transito, reivindicar, fechar avenida fazer manifestações, eles primeiramente deveriam respeitar as leis de transito, ou sera que quando eles estao com seus veiculos no transito fazem a mesma coisa, nao respeita nada, cometem infrações ?

Vamos lá onde eles estão e continuam errando;

circulam pela contramão, infração 

circulam pela calçada, infração

furam sinal vermelho, infração  

gritam sai da frente em tom alto, infração

circulam em alta velocidade, infrção

atropela pedestre, infração

Depois eles querem ser respeitados ? É serio isso ?
Cada estado deveria colocar uma lei para o uso de bicicleta, em ruas ou avenidas de suas cidades, criar um tipo de auto escola sobre o uso de bicicleta, e uma licenca para uso.

O estado deveria tambem criar emplacamento de bicicleta, e se o ciclista cometer infração receber uma penalidade por ela.

Eles pedem tambem a criação de ciclo faixas, porem eles nao usam, transitam no meio de veiculos, e quando acontece algo fatal, familias reclamam que o motorista matou seu ente querido.

Seria interessante eles pensarem e repensarem suas atitudes como agem no transito, antes de querer reivindicar os direitos no transito, respeitar mais as leis de transito.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

BRF REPORTA EBITDA AJUSTADO DE R$ 1,3 BILHÃO NO 1T20

Companhia atinge R$ 8,9 bilhões em receita líquida,  com crescimento no volume comercializado e rentabilidade consistente pelo 4º trimestre consecutivo

Mesmo em um cenário global desafiador, a BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, registrou receita líquida de R$ 8,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, um crescimento de 21,6% se comparado ao mesmo período de 2019. Já o EBITDA Ajustado alcançou R$ 1,3 bilhão, apresentando expansão de 67,2% e margem de 14,0% - um aumento de 3,8 pontos percentuais na comparação com o 1T19. O desempenho positivo é resultado da disciplina na execução do planejamento estratégico da Companhia, apresentando avanços importantes em mercados-chave, rigor no controle de gastos, conquistas de novas habilitações para o mercado externo e investimentos em inovação e produtos, além de uma melhor gestão financeira.

“Apresentamos no primeiro trimestre do ano resultados com margens sólidas, consistentes e geração de caixa positiva, permanecendo aderentes à nossa estratégia de longo prazo. Temos muito a fazer, principalmente neste momento delicado que vivemos com a pandemia do Coronavírus. Estamos agindo de forma determinada, resiliente e cuidadosa, pensando sempre em toda a cadeia”, salienta Lorival Luz, CEO da BRF.

A evolução do desempenho operacional favoreceu a rentabilidade neste trimestre. É o quarto trimestre consecutivo em que a BRF está em um novo patamar de resultados. O lucro bruto da Companhia foi de R$ 2,3 bilhões no período, um crescimento de 48,5% frente ao 1T19. Com isso, a margem bruta totalizou 25,2% no 1T20, um avanço de 4,6 pontos percentuais, mantendo-se o patamar do quarto trimestre de 2019, o mais forte do ano. No entanto, fomos impactados pela constituição de uma provisão decorrente do acordo para encerramento da Class Action movida contra a Companhia nos EUA, além de maiores despesas financeiras com variação cambial. Ainda assim, o prejuízo líquido no trimestre foi reduzido, de R$113 milhões no 1T19, para R$38 milhões no 1T20.

O efeito da valorização do câmbio, ao final do 1T20, sobre as dívidas da Companhia denominadas em moeda estrangeira pressionaram o endividamento líquido. Com isso, a alavancagem líquida encerrou março de 2020 em 2,68x, um acréscimo de 0,18x em relação ao divulgado ao final de 2019. Entretanto, a empresa reforçou sua posição de liquidez com a contratação de linhas de crédito no montante agregado de R$ 1,4 bilhão e prazo de 1 ano, encerrando o trimestre com um caixa de, aproximadamente, R$ 9 bilhões. Adicionalmente, a Companhia mantém à sua disposição uma linha de crédito rotativo no valor de R$1,5 bilhão, totalizando uma liquidez imediata de R$10,5 bilhões. O perfil do endividamento apresenta um prazo médio de 4,5 anos, com os primeiros vencimentos relevantes de dívida denominados em moeda estrangeira previstos apenas para junho de 2022. A Companhia segue com um balanço fortalecido, principalmente neste momento adverso e volátil.

No mercado interno, o volume comercializado atingiu a marca de 562 mil toneladas, o maior volume para um primeiro trimestre desde 2015. Destacamos o crescimento da categoria de processados, que aumentou mais de 14,9% em relação ao ano anterior. Com isso, o EBITDA Ajustado do segmento Brasil atingiu R$611 milhões, uma expansão de 63,1% em relação ao 1T19, com uma margem EBITDA Ajustada de 13,1%. Esse crescimento foi suportado por ações conjuntas nas diversas áreas comerciais, como Categorias, Canais e Marcas, garantindo um crescimento robusto no 1T20.

Já a receita líquida da divisão internacional da BRF avançou 25,6%, atingindo R$ 4,0 bilhões no 1T20. Apresentamos crescimento de volumes em todos os mercados-chave, sobretudo para a Ásia. Com isso, o EBITDA Ajustado totalizou R$ 682 milhões, o maior nível desde 2017, sendo que a margem EBITDA Ajustada alcançou 17,0% no mesmo período, evolução de 5,3 p.p. em relação ao 1T19. Em 2020, foram obtidas 29 habilitações/renovações para cinco países diferentes.

Diante do atual cenário que o mundo está atravessando, sem precedentes nos quase 86 anos de história da BRF, a Companhia tem como prioridade, desde o início da pandemia, a saúde e segurança de toda sua cadeia operacional. “Somos reconhecidos por produzir alimentos de qualidade e por abastecer, com segurança, a população. Por isso, reiteramos nosso compromisso social com as comunidades onde atuamos. Já no início do surto de Coronavírus no Brasil, fizemos questão de anunciar a doação de alimentos, insumos médicos e apoio a fundos de pesquisa e desenvolvimento social, totalizando aproximadamente R$ 50 milhões, destinados a mais de 50 cidades e atendendo mais de 150 instituições nas regiões onde estamos presentes. É hora de estarmos unidos e sermos solidários uns com os outros, acima de tudo”, reforça o CEO Lorival Luz.

terça-feira, 28 de abril de 2020

SUV 100% elétrico Audi e-tron chega ao mercado brasileiro


      Autonomia de até 436 km (ciclo europeu WLTP) garante liberdade também para longas distâncias
      Veículo é o primeiro elétrico da marca no Brasil e faz parte da estratégia da empresa de ser totalmente neutra em carbono até 2050
      Modelo está disponível nas concessionárias Audi e-tron em condições exclusivas de lançamento a partir de R$ 459.990,00

 

São Paulo, 23 de abril de 2020 – A Audi do Brasil inicia um novo capítulo em sua consagrada história de 25 anos de presença no País: o SUV Audi e-tron, primeiro veículo 100% elétrico da marca e totalmente livre de emissões, chega ao mercado brasileiro a partir de abril como o personagem principal da estratégia de sustentabilidade da empresa, cujo compromisso é ser neutra em carbono até 2050. O modelo já está disponível em concessionárias que possuem a bandeira e-tron, com preço público sugerido a partir de R$499.990,00, e possui 4 anos de garantia no veículo e 8 anos nas baterias. Durante o período de lançamento, existem condições exclusivas: preço especial de R$459.990,00, 4 anos de manutenção inclusos e valorização de R$15.000,00 na troca do usado.


“O e-tron é um verdadeiro marco na história da Audi no mundo todo, pois é o primeiro veículo 100% elétrico da marca produzido em série e comercializado com sucesso em diversos mercados. Agora chegou a vez do Brasil, como prometido ainda no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018. É um veículo extremamente inovador e incrível de dirigir, que traz todas as características de esportividade, conforto e praticidade de um grande Audi. É o embaixador perfeito da nova fase do nosso lema Vorsprung durch Technik, que significa evolução através da tecnologia”, avalia Johannes Roscheck, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

Motores elétricos e nova tração quattro
O Audi e-tron, primeiro SUV 100% elétrico da marca, chega ao Brasil com uma das construções mais impactantes da marca. Montado sobre a plataforma MEB, o novo modelo é equipado com dois motores elétricos realmente silenciosos, que combinam para uma potência total de 408 cv com 664 Nm de torque – as forças são distribuídas em 135 kW de potência e 309 Nm de torque na frente e 165 kW de potência e 355 Nm no motor traseiro. Por ter torque instantâneo, completa 0-100 km/h em 5,7 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente em 200 km/h.

Uma nova geração da tração quattro – a tração elétrica nas quatro rodas – garante excelência em aderência e dinâmica em qualquer tipo de terreno. O modelo regula a distribuição ideal de torques de acionamento entre os dois eixos em uma fração de segundo. Na maioria dos casos, o SUV usa principalmente seu motor elétrico traseiro para obter a mais alta eficiência. Se o motorista exigir mais energia, a tração elétrica nas quatro rodas redistribui o torque conforme necessário para o eixo dianteiro.

Além disso, com o Audi drive select o motorista pode variar as características de direção entre sete perfis: Auto, Comfort, Efficiency, Offroad, Dynamic, Allroad e Individual. No modo Dynamic, a tração privilegia a esportividade ao dar maior preferência de torque para o eixo traseiro, enquanto nos outros modos a distribuição é mais equilibrada entre ambos os eixos.

Baterias e sistemas de recuperação
O sistema de baterias de íons de lítio pesa cerca de 700 kg e é composto por 36 módulos de alumínio, que deixam o centro de gravidade do Audi e-tron semelhante ao de um sedan. O veículo possui autonomia de até 436 quilômetros (ciclo europeu WLTP), ideal para percorrer longos trajetos, e pode recarregar de diversas formas.

Uma delas é por meio de redes externas. Basta plugar o veículo em uma tomada, desde uma simples 110V até as de alta tensão, para iniciar a recarga, cujo tempo varia de acordo com a potência elétrica disponível. Em estações de recarga ultra rápida de 150 kW, por exemplo, é possível carregar até 80% da bateria em 30 minutos.

Na maioria dos casos, os consumidores optam por carregar o veículo elétrico durante a noite, como os smartphones. Nesse caso, o Audi e-tron pode ser carregado com a potência máxima disponível considerando outros equipamentos elétricos no domicílio para evitar sobrecarga do sistema residencial. Os clientes também podem definir suas próprias prioridades, como programar o horário de carregamento de acordo com o horário que oferece valor reduzido da energia.

Além da recarga em redes externas, o SUV pode recuperar a energia de outras duas maneiras: simplesmente ao tirar o pé do acelerador ou quando o pedal de freio é acionado. Durante mais de 90% de todas as desacelerações, o e-tron recupera a energia exclusivamente por meio de seus motores elétricos.

Um fato totalmente novo é que o motorista pode selecionar o grau de recuperação de energia em três níveis utilizando as aletas localizadas atrás do volante, que lembram os tradicionais shift-paddles. No nível 0, o Audi e-tron não recupera energia quando o motorista solta o pedal do acelerador. No nível 1, de desaceleração mínima, e no nível 2, de alta desaceleração, os motores elétricos geram torque de freio regenerativo, fazendo com que o SUV elétrico reduza a velocidade notavelmente enquanto produz eletricidade – o motorista pode desacelerar e acelerar usando apenas o pedal do acelerador, criando a sensação de pedal único. Em baixas velocidades, praticamente não há necessidade de usar o pedal do freio.

Além de ajustar manualmente o nível de recuperação com as aletas do volante, o motorista também pode selecionar o modo automático na MMI. Assim, o modelo aproveita seu potencial máximo de recuperação em combinação com o sistema de controle integrado de freios eletro-hidráulicos. A Audi é o primeiro fabricante do mundo a usar esse tipo de sistema em um veículo elétrico produzido em série.

O gerenciamento térmico do sistema de bateria é um capítulo à parte: um total de 22 litros de líquido de arrefecimento flui através dos 40 metros de conexões no Audi e-tron, garantindo que as baterias sejam mantidas, na maior parte das vezes, dentro de sua faixa ideal de eficiência de 25ºC a 35ºC em várias situações, desde um dia frio no inverno até os dias quentes de verão, o que contribui para a vida útil.

Retrovisores virtuais: aerodinâmica e esportividade
A aerodinâmica inteligentemente projetada também contribui bastante na eficiência. Um dos destaques são os retrovisores externos virtuais – uma novidade mundial em modelos de produção em série. Quando equipado com esta tecnologia inovadora, o Audi e-tron alcança um coeficiente de arrasto de 0,27, melhor resultado no segmento de SUV, aumentando muito sua eficiência e contribuindo para sua autonomia.

Os retrovisores virtuais não apenas reduzem o arrasto, mas também levam a digitalização do veículo a um nível totalmente novo. O equipamento conta com uma câmera, onde as imagens são processadas digitalmente e exibidas nos monitores internos laterais de 7 polegadas com tecnologia OLED de 1.280 x 800 pixels, cujo brilho se ajusta automaticamente. Se o motorista move o dedo sobre a tela sensível ao toque, símbolos são ativados possibilitando mover a imagem e ajustar o ângulo desejado. Graças ao processamento sofisticado de imagens, os monitores oferecem uma qualidade superior ao espelho convencional em várias situações, como o reflexo direto da luz solar, nitidez para visão noturna ou mesmo pelo fato de não embaçar em dias chuvosos.

Outras soluções aerodinâmicas também foram adotadas, como a suspensão a ar, que se ajustam individualmente às condições da estrada. Dependendo da velocidade e preferência do motorista, a altura da suspensão varia até 76 milímetros. Especialmente em viagens mais longas, uma altura de condução mais baixa melhora a aerodinâmica e também contribui para a autonomia.

É possível destacar ainda a parte inferior do veículo totalmente forrada com placa de alumínio, que além de proteger a bateria também reduz o arrasto, e a entrada de ar frontal ajustável na grade dianteira conhecida como Singleframe, que pode se abrir e fechar dependendo das condições.

Toda essa eficiência aerodinâmica resulta em um silêncio que merece atenção especial. Os únicos sons perceptíveis são do rolamento dos pneus na superfície e do suave funcionamento dos motores elétricos. O conforto acústico é um dos pontos fortes de todos os modelos Audi e o e-tron aumenta ainda mais essa experiência.

Direção eletrizante e dimensões
A sensação de dirigir o Audi e-tron é de muita esportividade e excelente dinâmica. Um fator-chave para isso é a posição baixa e central na qual o sistema de baterias é instalado: entre os eixos, na forma de um bloco plano e largo, e abaixo do habitáculo reservado aos passageiros. Desta forma, a distribuição de peso é perfeitamente equilibrada em 50:50 nos eixos. A bateria é fixada à estrutura do corpo do Audi e-tron em 35 pontos, o que aumenta sua rigidez torcional e contribui para o alto nível de segurança. Comparado a um SUV convencional, o Audi e-tron oferece rigidez torcional 45% maior, um parâmetro essencial para excelência na dirigibilidade.

Dependendo do modo de direção selecionado no Audi drive select, o sistema também influencia a suspensão padrão com amortecedores adaptáveis. Como resultado, existe uma grande diferença entre conforto para rodar suavemente ou escolher uma dirigibilidade mais esportiva.

O modelo tem 4.901 milímetros de comprimento, 2.043 milímetros de largura e 1.629 milímetros de altura. Com entre eixos de 2.928 milímetros, o Audi e-tron tem amplo espaço para cinco ocupantes e bagagens. Como o veículo elétrico não possui o eixo cardã, na parte traseira não há mais o túnel central, o que oferece um ganho de espaço incrível para o passageiro no assento central do banco de trás.

A capacidade de bagagem é de 600 litros e, com o banco traseiro rebatido, o espaço aumenta para 1.725 litros. A ausência de um motor tradicional na parte frontal dá lugar a um compartimento que acomoda o kit de ferramentas do veículo e o cabo do carregador Audi compact charger.

Eletrificação visual: exterior e interior
Como representante elétrico da gama de veículos SUV da marca, o e-tron tem a grade Singleframe de design octogonal com linhas verticais e horizontais. Na extremidade inferior, o modelo é amplamente fechado, identificando-o como um modelo totalmente elétrico. A linha de ombro desenhada desde os faróis Full LED até as lanternas dá ao Audi e-tron a impressão de um modelo ainda mais próximo do chão. Com o teto solar panorâmico Open Sky, o modelo intensifica a sensação de leveza e espaço amplo.

Na borda inferior dos faróis, quatro linhas horizontais criam a assinatura e-tron nas luzes diurnas. Pela primeira vez, isso é integrado diretamente aos faróis. Na parte traseira, a assinatura ótica mantém o design inaugurado no Audi Q8 e chama a atenção para a ausência dos tubos de escape. Na lateral do veículo, destaca-se o logotipo e-tron na cor laranja na tampa de abertura para acoplar o carregador.

Dentro do veículo, o design incorpora desempenho, inteligência e leveza. Os assentos possuem costura que lembra placas de um circuito elétrico, com ajuste de lombar e com memória para o motorista. A área do motorista foi projetada para que os dois grandes displays do MMI Touch, de 10,1 e 8,6 polegadas, com retorno tátil e sonoro, sejam levemente direcionados para o condutor.

No visor superior, o motorista controla informações, entretenimento, navegação e configurações do e-tron – onde eles podem ativar um timer de carregamento ou especificar o tipo de regeneração, por exemplo. Na parte inferior, o motorista gerencia a entrada de texto, as funções de conforto e o ar-condicionado com o pulso apoiado confortavelmente no seletor de modo de direção.

Versões, preços e opcionais
O Audi e-tron será comercializado em duas versões recheadas de equipamentos de série. A versão Performance traz dentre os itens de conforto bancos dianteiros elétricos em couro com ajuste lombar e memória para o motorista, ar-condicionado de 4 zonas, teto solar elétrico panorâmico Open Sky, volante com ajuste elétrico de altura, projeção do logotipo e-tron em todas as portas e luzes internas personalizáveis com 30 opções.

Como itens de segurança, vem de série com faróis Full LED com assistente de farol alto, controle de cruzeiro adaptativo com assistente de saída de faixa, abertura e fechamento elétrico do porta-malas com sistema hands-free, abertura de veículo por proximidade, auxílio de estacionamento plus com display 360º, indicador de pressão dos pneus, espelho retrovisor interno com função antiofuscante automática e oito airbags.

Como equipamentos de informação e entretenimento, os principais destaques são rádio MMI com sistema de navegação e interface para smartphones com sistema iOS e Android. A estrutura do menu é intuitiva como em um smartphone e muitas funções também podem ser controladas através do sistema de controle de voz natural. Há também o Audi virtual cockpit plus, onde o motorista pode escolher entre duas visões que apresentam claramente todas as informações na forma de gráficos nítidos e de alta resolução.

Como opcional nesta versão existe apenas a pintura metálica e o Pacote Tecnológico, que contempla head-up display, pre sense dianteiro – que avisa o motorista e prepara o veículo para o caso de uma colisão iminente – e o night vision assist.

A versão topo de linha é a Performance Black, que agrega no interior bancos dianteiros esportivos em Alcântara, acabamentos na cor cinza volcano e teto interior na cor preta. No exterior, incorpora o kit S line com soleiras em alumínio e iluminadas, capa do retrovisor externo na cor preta, frisos decorativos em High Gloss Black e pinças de freio laranja. De série nessa versão há também o sistema de som Bang & Olufsen 3D, com 16 alto falantes.

Na Performance Black, além dos opcionais de pintura metálica e Pacote Tecnológico, os clientes podem acrescentar os retrovisores virtuais, faróis full LED Matrix HD com luz de direção dinâmica e o Audi Side Assist. Este último é um pacote que contempla tecnologias inovadoras como o Audi Pre Sense traseiro (reconhece a iminência de uma colisão e regula o tensionamento dos cintos dianteiros, posicionamento de banco e fechamento de teto solar e vidros), o Exit Warning Assist (aviso de perigo quando os passageiros estão saindo do veículo), o Audi Side Assist (aviso de perigo em mudança de faixa) e o Assistente de Tráfego Reverso (informa o condutor sobre a possibilidade de um acidente ao realizar uma manobra traseira com a utilização dos sensores e radares do veículo, além de uma breve utilização dos freios caso necessário).

As rodas em ambas as versões são de 21 polegadas, mas na Performance Black o desenho é exclusivo. São 11 cores externas disponíveis na versão Performance: Azul Galáxia, Azul Navarra, Bege Siam, Branco Geleira, Cinza Manhattan, Cinza Tufão, Prata Florete, Preto Brilhante, Preto Mito e Vermelho Catalunya. No interior, são três opções: bege, preto e marrom.

Na versão Performance Black, são nove cores externas – Azul Antigua, Azul Navarra, Bege Siam, Branco Geleira, Cinza Daytona, Prata Florete, Preto Brilhante, Preto Mito e Vermelho Catalunya – e duas interiores, cinza e preto.

Produzido na fábrica de Bruxelas, na Bélgica, o Audi e-tron tem garantia de 4 anos no veículo e 8 anos nas baterias. Seu preço público sugerido será de R$499.990,00 na versão Performance e de R$539.990,00 na Performance Black. Contudo, durante o período de lançamento haverá condições especiais: as versões serão negociadas, respectivamente, por R$459.990,00 e R$499.990,00, além de valorização de até R$15.000,00 na troca do veículo usado e 4 anos de manutenção já inclusos.

Estratégia de eletrificação e infraestrutura de recarga
O Audi e-tron SUV fez sua estreia no Brasil no primeiro semestre de 2019, ao ser apresentado ao lado da embaixadora Isabelle Drummond, durante a avant première do filme Os Vingadores: Ultimato, patrocinado globalmente pela marca das quatro argolas. Após avaliações de compatibilidade com a infraestrutura local, avaliação de performance e autonomia em diferentes condições de temperatura e pisos mais comuns em solo brasileiro, o modelo chega definitivamente ao mercado em abril de 2020.

A Audi anunciou em fevereiro investimento de R$ 10 milhões em infraestrutura de recarga de veículos elétricos para instalação de 200 pontos até 2022. O objetivo é instalar os pontos em shoppings, academias, hotéis, clubes e restaurantes, ou seja, localidades que o cliente frequenta e pode deixar o veículo carregando enquanto realiza outra atividade.

Além da infraestrutura oferecida pela Audi do Brasil, a marca também se aliou à Porsche, Volkswagen e EDP para instalar 30 estações de recarga ultra rápida localizadas em estradas e rodovias pelo território brasileiro. Serão 29 estações de 150 kW e uma unidade de 350 kW.

Concessionárias e-tron
A Audi também anunciou recentemente as 14 concessionárias que terão a bandeira e-tron. Cada uma delas já possui representantes especializados para oferecer a melhor experiência em toda a jornada do cliente, desde um atendimento personalizado com um especialista no produto até a manutenção necessária com equipe altamente treinada. Todas as concessionárias também terão pontos de carga rápida DC de 22 kW e pelo menos um veículo e-tron para test drive.

Os 14 Audi Centers habilitados estão localizados em Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba (Alto da XV), Londrina, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro (Botafogo), Vitória, e quatro em São Paulo.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

ANTT apreende no Maranhão transporte clandestino vindo de Upanema/RN

Neste domingo (19/04) fiscais da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com apoio da Polícia Militar, interceptaram, no município de Araioses/MA, ônibus realizando transporte clandestino de passageiros.

O veículo transportava 40 passageiros vindos de Upanema/RN com destino a São Luís/MA. Foram flagradas diversas irregularidades como pneus carecas, para-brisa trincado, extintores vencidos, etc.

Por conta das medidas preventivas contra a pandemia do novo coronavírus, a ANTT tem monitorado os fluxos de chegadas e saídas de possíveis veículos clandestinos nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará.

Desde março, a Agência mobilizou equipes especializadas no combate ao transporte clandestino de passageiros. Já FORAM abordados centenas de veículos e apreendidos cerca de 40 deles realizando transporte não autorizado, transportando cerca de 1.500 passageiros.

A operação da ANTT conta com apoio operacional da Polícia Militar e das secretarias estaduais e municipais de saúde, que tomam as medidas sanitárias cabíveis de prevenção e combate ao COVID-19.

A Agência reforça o alerta sobre os riscos de acidentes nos transportes clandestinos e ainda da maior exposição à contaminação do coronavírus, uma vez que esses veículos não cumprem os mesmos protocolos sanitários adotados pelas empresas regulares, o que aumenta o risco de contágio.

A ANTT segue intensificando as fiscalizações na região e a operação não tem prazo para terminar.

Maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina ocorre em momento de retomada de confiança do mercado.

Aos poucos, a economia do País vem apresentando sinais de recuperação cada vez mais consolidados. Dados divulgados no fim de 2019 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por exemplo, demonstraram alta de 0,6% no PIB nacional no terceiro trimestre do ano, em relação ao trimestre anterior, totalizando R$ 1,8 trilhão. Se comparado ao mesmo período de 2018, o aumento é ainda maior, 1,2%. Resultado que eleva ainda mais as projeções de crescimento para 2020.

Outra instituição que divulgou índices positivos é a CNI (Confederação Nacional da Indústria): a economia brasileira terá uma expansão de 2,5% neste ano, em comparação com 2019. A mesma previsão é feita pelo Banco Central, que também espera um crescimento nesta média. E é neste cenário promissor, cercado de prognósticos positivos, que a Intermodal South America 2020 será realizada, garante o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, organizadora do evento, Hermano do Amaral Pinto Jr.

“Os segmentos de infraestrutura, logística, transporte de cargas e comércio exterior, no geral, estão mais otimistas com o mercado brasileiro, suportados por uma economia que, gradativamente, começa a dar sinais de recuperação. Adicionalmente, a atual gestão do Ministério de Infraestrutura, que vem sendo muito bem avaliada pelo setor, contribui para a retomada de confiança dos players deste mercado e os incentiva a seguirem acreditando e investindo no Brasil”, afirma.

Por esse motivo, as principais empresas, nacionais e internacionais, do setor são presenças confirmadas, novamente, no maior evento de logística, intralogística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, que chega à 26ª edição e promete mais um ano recheado de atrativos e novidades exclusivas aos profissionais destes segmentos.

“Estamos muito animados com esta edição da Intermodal. Temos mais de 98% da área de exposição já comercializada e o interesse e expectativa das empresas são intensos. Em 2020, teremos um contingente único de 450 marcas expositoras que representam, ao todo, 37 países, com o que há de mais inovador em termos de soluções para a logística de cargas”, destaca.

Intermodal 2020 – Realizado mais uma vez no São Paulo Expo, em São Paulo (SP), de 17 a 19 de março, o evento, que celebra mais de duas décadas na liderança deste mercado, mantém a estratégia adotada no ano passado, que resultou em mais dinamismo e qualidade à feira, tornando-a uma marca ainda mais ampla para os setores de infraestrutura e comércio exterior, com especial destaque para três segmentos: Intralogística, Tecnologia e Transporte, que visam abranger todos os elos da cadeia logística.

No que abrange a Intralogística, a feira abre espaço para inovações, tecnologias, lançamentos de produtos e serviços para gestão e movimentação de cargas dentro de armazéns, unidades fabris e centros de distribuição. No que refere à Tecnologia, reúne os principais desenvolvedores e fornecedores dessas soluções, como tecnologia da informação, telemática, segurança, e-commerce e softwares e sistemas em geral. Já no âmbito do Transporte, recebe as principais companhias dos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além de empresas especializadas em serviços logísticos no geral, que oferecem mais eficiência na entrega de produtos, no Brasil e mundo afora.

“Além disso, este ano a tecnologia ganha ainda mais força na Intermodal. Teremos espaços dedicados às startups que vêm fazendo uma parceria extremamente saudável com as empresas de logística e de comércio exterior. Contaremos também com áreas nas quais será possível testemunhar como a robótica e a inteligência artificial vêm alterando a realidade na intralogística”, ressalta.

Conferência Nacional de Logística - No que tange ao conteúdo, o evento contará com a realização, mais uma vez, da Conferência Nacional de Logística. Promovida em parceria com a Associação Brasileira de Logística (Abralog), a CNL chega à 23ª edição e promete três dias de conteúdos atuais e relevantes para este mercado, com a presença dos principais nomes e players do setor.

“Com o tema geral ‘Otimização e Performance’, a CNL, que ocorre pelo terceiro ano consecutivo durante a Intermodal, debaterá a transformação digital e a logística 4.0 na cadeia de suprimentos, além da intralogística, da mobilidade urbana, da gestão de transportes terrestres, da gestão de aeroportos, da gestão de terminais privados e internacionais, do futuro e da tecnologia disruptiva, e muito mais”, conclui o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr.

Entre os palestrantes já confirmados para mais essa edição da CNL estão: o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; o presidente da Confederação Nacional de Transporte, Vander Costa; o diretor de logística da PepsiCO, Eduardo Sacchi; o diretor executivo de supply chain do Carrefour, Marcelo Lopes; o diretor de logística da Natura, Nestor Felpi; o diretor executivo de supply chain da Cargill, João Paes de Almeida; o diretor de logística do Magazine Luiza, Luis Kfouri; e o diretor executivo de supply chain do Grupo Pão de Açúcar, Marcelo Arantes.