quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Audi A4 e TTS são vencedores do “Prêmio da Imprensa Automotiva” da Abiauto


·         Modelos foram campeões nas categorias “Melhor Importado” e “Melhor Esportivo”, respectivamente
·         Júri é formado por 31 jornalistas especializados de todo o país
·         Jorg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil: “Esse reconhecimento da imprensa automotiva nos mostra que estamos no caminho certo, oferecendo aos nossos clientes produtos de qualidade”

A Audi venceu duas categorias na 18ª edição do “Prêmio da Imprensa Automotiva”, realizado pela Associação Brasileira da Imprensa Automotiva (Abiauto). O A4 foi eleito o “Melhor Importado”, enquanto o TTS foi campeão na categoria “Melhor Esportivo”. A cerimônia de entrega dos troféus foi realizada durante um almoço nesta quinta-feira (8).

“Apesar de 2016 ter sido um ano desafiador, estou muito orgulhoso do trabalho realizado pelo nosso time no país. Esse reconhecimento da imprensa automobilística nos mostra que estamos no caminho certo, oferecendo aos nossos clientes produtos de qualidade, com muita tecnologia, segurança e performance”, afirma Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.

No ano passado, a Audi já havia conquistado o prêmio da Imprensa Automotiva nas categorias “Melhor Nacional”, com o A3 Sedan e “Melhor Importado”, com o TT. O júri da Abiauto é formado por 31 jornalistas especializados de todo o país: Adalberto Vieira, Ana Célia Aragão, Antonio Fraga, Carolina Vilanova, Célia Murgel, Chico Lelis, Edison Ragassi, Eduardo Abbas, Emilio Camanzi, Ernesto Zanon Junior, Evandro Magnusson Filho, Fabio Amorim, Fábio Doyle, Giulieny Brandão, Isabel Reis, João Alberto Otazú, João Euclides Salgado, João Mendes, Jorge Meditsch, Josias Silveira, Licinaira Barroso, Luis Cesar de Sousa Pinto, Luís Perez, Marcondes Viana, Norton Ferreira, Paulo Brandão, Ricardo Vasconcelos, Roberto Nasser, Selma Morais, Silvio Porto e Wanderley Faria. 

Os vencedores

Eleito “Melhor Importado”, o A4 já acumula nove prêmios no país em 2016. Lançado em abril, a nona geração do sedã é equipada com motor 2.0 TFSI ultra de 190 cv de potência, além de trazer tecnologias inovadoras para o segmento. O modelo concorreu com Ford Fusion, Nissan Sentra, Subaru Impreza e Volkswagen Passat.

Equipado com o potente motor 2.0 TFSI de 286 cv, o TTS recebeu o prêmio de “Melhor Esportivo”, derrotando Chevrolet Camaro, Mercedes C 63 AMG, Subaru WRX, além de outro membro da “família”, o RS 3 Sportback. O modelo é oferecido nas versões Coupé e Roadster.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

CAMPNEUS INVESTE EM E-COMMERCE PARA O SEGMENTO PREMIUM

A Campneus, rede de 124 lojas próprias da Pirelli espalhadas em 16 estados brasileiros e mais de 96 municípios, aposta na reformulação e modernização de seu canal de e-commerce, reforçando o pioneirismo na venda de pneus e serviços on-line por meio do site www.campneus.com.br . Até o fim de 2017, a empresa investirá um milhão e meio de reais nesta plataforma para proporcionar uma experiência de compra automotiva completa ao consumidor.
 
O foco do novo e-commerce é o segmento premium, consumidores que possuem veículos que usam pneus com aro acima de 17 polegadas e que buscam um atendimento diferenciando, com todas as vantagens da qualidade dos serviços e produtos proporcionados à condições comerciais competitivas no momento da compra.
 
Com este novo site, o consumidor pode escolher, de forma rápida e sem sair de casa, o melhor modelo de pneu para o seu carro, agendando a montagem do equipamento na loja mais próxima à residência. Além disso, é possível contratar serviços complementares como, por exemplo, manutenção de freios e amortecedores, troca de óleo e higienização de filtros. 
 
O canal traz, ainda, produtos exclusivos para donos de carros esportivos que praticam track days. Apesar do foco premium, o e-commerce também oferece toda a gama de pneus Pirelli para carros de passeio.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

FACILITE O SEUS DRINKS DE FINAL DE ANO E VERÃO

BLOODY MARY MIX TABASCO LEVA PRATICIDADE E SABOR AO SEU DRINK
Basta acrescentar vodca e gelo à mistura: está pronta a sua bebida!

A Tabasco, marca número um de molhos de pimenta do mundo, está trazendo de volta ao mercado o Bloody Mary Mix Tabasco, agora em uma versão de 946ml, uma mistura pronta para a execução do drink em casa apenas adicionando vodca e gelo.
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O Bloody Mary Mix Tabasco proporciona uma grande experiência em degustação, além de ser a única mistura pronta da bebida com o selo TABASCO de sabor. O produto tem suco de limão, Molho Inglês Lea & Perrins® Worcestershire, suco concentrado de tomate e o molho de pimenta Tabasco Original. Essa combinação, acrescida da vodca e do gelo, propõe uma deliciosa experiência gustativa.

Bloody Mary Mix Tabasco é uma forma prática e super econômica de preparar a bebida para os amigos já que a embalagem vem com 946 ml da mistura.

Preço sugerido ao consumidor: R$ 45,00 (946 ml)

Modo de preparo:
Basta adicionar de três a quatro partes do Bloody Mary Mix Tabasco para cada parte de vodka da sua preferência. Depois, é só colocar um pouco de gelo, misturar bem e pronto!

A história do drink
O Bloody Mary foi criado inicialmente nos anos 20, por Peter Petiot, barman do “Harry’s Bar” de Paris, a pedidos de norte-americanos que queriam levar aos Estados Unidos uma bebida com aparência e fragrância que escondessem o teor alcoólico já que o país era submetido à Lei Seca. O primeiro nome que a bebida recebeu foi Bucket of Blood. Apenas na década de 30, quando começou a ser feita nos Estados Unidos, o drink recebeu o nome atual. O batismo americano faz referência à rainha da Inglaterra, Mary I, que perseguiu protestantes no período da restauração católica no século 16.

Sobre a Tabasco®
McIlhenny Co é uma empresa especialista em molhos de pimenta e dona da mundialmente famosa marca Tabasco®. O molho Tabasco® Pepper Sauce (Original) é produzido desde 1868 e mantém o mesmo processo de produção até hoje: as pimentas Tabasco são colhidas à mão, misturadas com sal da Ilha de Avery, para em seguida permanecer por três anos envelhecendo em barris de carvalho. A expertise é ainda confirmada com quatro diferentes molhos de pimenta além do original: Tabasco® Green Pepper Sauce, Tabasco® Garlic Pepper Sauce, Tabasco® Chipotle Pepper Sauce e Tabasco® Habanero Pepper Sauce. Com menos sal, mais sabor e alto rendimento, os molhos de pimenta Tabasco® são mais consistentes e picantes em uma combinação de sabor e ardência. Todos os produtos da linha podem ser usados nos mais diversos pratos para darem mais sabor e um toque apimentado.
 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Kaspersky Lab aponta 7 comportamentos online que você precisa interromper agora

A internet, no início, não era o lugar mais amigável para usuários. Para se conectar era preciso de uma tecnologia avançada além de contar com a internet discada, mais lenta e instável. Naquele período, o comportamento no que diz respeito à segurança não era o foco dos usuários. No entanto, hoje vivemos o mundo do Wi-Fi e das mídias sociais, na qual a conexão é tão fácil que crianças podem navegar pela rede em um tablet. É possível comprar, vender, fazer transações bancárias, trabalhar, e socializar online - mas o ecossistema está repleto de criminosos.

Neste período em que tudo está conectado, é preciso mais do que nunca ter cuidado já que informações pessoais estão nas redes. Tendo isso em mente, a Kaspersky Lab preparou uma lista com 7 comportamentos comuns e perigosos aos quais estamos suscetíveis todos os dias, ações que devem ser que devem ser interrompidas imediatamente.
1.Confiar demasiadamente em Wi-Fi aberto
Redes de Wi-Fi de uma maneira geral representam risco, começando com a confiança depositada na legitimidade dela. Por exemplo, criminosos podem criar um ponto de acesso Wi-Fi e nomeá-lo de maneira plausível como “Wi-Fi aberto McDonalds” ou “Hotel Guest 3”.

Caso você tenha garantido que uma rede aberta de WiFi é o que parece, não significa que criminosos não estejam espionando a rede. Utilize as redes suspeitas da maneira mais segura possível: evite acessar sites que requeiram inserção de informações de login, assim como não faça qualquer transação financeira. Nada de banco, ou compras. Se possível, use VPN.

2. Escolher senhas simples
Nomes de animais de estimação, aniversários, nomes de familiares, e coisa do gênero caracterizam as piores senhas possíveis. No lugar disso, tente usar opções difíceis de adivinhar, e use o password checker da Kaspersky Lab como ferramenta para verificar se a senha escolhida é segura.

A boa notícia é que uma senha confiável não precisa ser algo como ilegível como ML)k[V/u,p%mA+5m – algo completamente aleatório do qual você nunca lembrará. Experimente técnicas de criação de senhas fortes e fáceis de memorizar.

3. Reutilizar as senhas
Você finalmente achou uma senha incrível. Forte como um touro. Fácil de lembrar, difícil de descobrir. Adivinhe? Não pare por aí, você precisará de mais senhas. Porque mesmo que diminua a chance de um hacker adivinhar sua senha, a chance de suas informações serem comprometidas em um hack de base de dados ainda existe, por isso não use a mesma senha para todos seus cadastros.

4. Clicar em links recebidos por e-mail
Quem imaginou que enviar links por e-mails era uma boa ideia? Bem, muita gente – incluindo criminosos. Clicar em um link de spam ou phishing pode levá-lo automaticamente para um site que baixará um malware para seu computador ou para um site que pode até parecer familiar, mas irá roubar sua senha.

Também não clique em links que servem apenas para atrair likes. Como posts com mensagens como “curta e compartilhe para ganhar um smartphone!” No melhor dos casos você não ganhará nada, mas é possível que esteja ajudando criminosos a validarem suas práticas.

5. Fornecer informações de login a qualquer um
A única forma de ter certeza de que ninguém mal-intencionado tenha suas informações é mantê-las para si.

6. Avisar a Internet inteira que você estará viajando
“Na praia por duas semanas – inveja?”; “Indo para o México de mañana!”; “Alguém pode cuidar do Rex enquanto fico fora por duas semanas?”; E fotos com geolocalização que mostrem o local onde foram tiradas? Mantenha essa informação apenas entre os amigos confiáveis – especialmente, em mídias como o Facebook que exibem sua cidade de residência.

7. Aceitar as configurações de privacidade padrão de redes sociais
As mídias sociais fornecem grande controle sobre o volume de informações que você transmite – para o público e para suas conexões; para terceiros, entre outros. Mas talvez você queira investigar melhor e acabe descobrindo que essas configurações podem mudar (como o Facebook) com certa frequência. Antes de registrar uma nova conta, tire cinco minutos para dar uma boa olhada nas suas configurações de privacidade. Para contas já existentes, deixe de lado alguns minutos para confirmar se você está compartilhando suas informações apenas com quem você quer.

Então, antes de postar algo para seus amigos no Facebook, seus seguidores no Twitter, suas conexões no LinkedIn, ou seja, lá pra quem mais você queira transmitir, pense um pouco só para ter certeza de que você não está enviando a estranhos informações que possam ajudá-los a se passar por você ou prejudicá-lo de alguma forma.

Lembre-se que na maioria das vezes vale a pena se manter alerta – e desconfiado – com sua vida virtual. Serviços online de provedores de Wi-Fi até bancos e redes sociais buscam fazer com que o usuário se sinta confortável, mas para criminosos online, essa inércia é uma oportunidade de fazer dinheiro. Então, está pronto para ficar atento, inclusive online?

domingo, 11 de dezembro de 2016

Robô ajuda Hospital a salvar vidas

Tecnologia inédita é desenvolvida  no Hospital Nossa Senhora das Graças, de Curitiba,
para detectar riscos de SEPSE, principal causa de morte hospitalar no mundo.


Há dois meses um robô passou a fazer parte da equipe de enfermeiros do Hospital Nossa Senhora das Graças de Curitiba. Por meio de uma tela de televisão,  um  robô chamado LAURA fica ansioso por salvar vidas e demonstra todo esse inquietamento por meio de cores e alertas auxiliando as equipes a identificarem qual paciente deve ter o atendimento priorizado.
Trata-se de uma inteligência artificial que promete revolucionar o atendimento nos hospitais para identificação de SEPSE, que é uma das principais causas de morte  em UTIS. Tanto é que, entre os pacientes acometidos por esta síndrome, a mortalidade pode chegar a 57%  em Hospitais Brasileiros (Instituto latino Americano (2005 - 2015), apesar dos avanços da medicina moderna, como antibióticos e cuidados intensivos.
O desenvolvimento da tecnologia base do robô iniciou há aproximadamente seis anos pelo seu fundador e criador Jacson Fressatto, que após perder a sua filha poucos dias após seu nascimento prematuro, passou a se dedicar na criação de uma tecnologia que ajudasse os hospitais a salvarem vidas. O robô leva o nome da sua bebê, LAURA.


Sobre o Robô LAURA


O #robolaura, silenciosamente, pesquisa e aprende com os dados dos pacientes internados no hospital, estudando todos os registros em tempo real (a cada 3,8 segundos), sendo uma intervenção não-humana de leitura de dados com velocidade de informação e notificação. “Quando o Jacson nos apresentou o que robô poderia fazer, logo percebemos que poderia ser muito útil para monitorar e nos ajudar a reduzir um dos maiores riscos dos hospitais, a SEPSE. Já nas duas primeiras semanas que seguiram a implantação tivemos ganhos reais e de grande importância no atendimento assistencial”, comenta o Diretor Executivo do Graças, Flaviano Feu Ventorim.
Após identificar se há sinais de alerta para SEPSE para cada paciente internado, o robô indica quais são aqueles de maior risco, auxiliando a equipe assistencial a definir qual paciente deve ter seu atendimento priorizado. Como o #robolaura foi treinado pelos profissionais do Hospital Nossa Senhora Graças e especialistas da LAURA Networks para identificar potenciais pacientes com risco para desenvolver SEPSE, se identifica algo suspeito, emite alerta às equipes.
Para identificação da SEPSE, o Hospital Nossa Senhora das Graças possui um protocolo que deve ser seguido de forma rigorosa por toda a equipe de enfermagem e médica, tendo como o objetivo principal a identificação precoce desta síndrome, favorecendo o seu manejo  de forma ágil e efetiva, com impacto direto na redução  dos riscos do paciente vir a morrer por esta causa. E foi este protocolo que deu conhecimento de SEPSE à LAURA. A partir disso ela passa ajudar às equipes a reconhecer a síndrome, que depende da captação e análise de sinais vitais além de dados clínicos e também laboratoriais dos pacientes com suspeita de alguma infecção.


Sobre a SEPSE


    A SEPSE é uma resposta desregulada e exagerada do sistema imunológico do organismo em combater uma infecção, que traz risco à vida se não for identificada e tratada precocemente. Essa resposta do organismo para combater a infecção provoca diversas reações como febre, aceleração cardíaca, respiratória, entre outras, podendo inclusive comprometer o funcionamento dos órgãos.  “Apesar de todo o esforço da equipe médica, qualquer pessoa pode desenvolver a SEPSE, tanto fora quanto dentro dos hospitais, desde que tenha um foco para infecção”, comenta a infectologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, de Curitiba, Dra. Viviane Dias.
O reconhecimento da SEPSE depende da captação e análise de sinais vitais, além dos dados clínicos e laboratoriais dos pacientes com suspeita de alguma infecção. “A sua identificação precoce é uma das ações que pode contribuir muito para a redução de mortalidade, pois favorece que o tratamento seja realizado de maneira rápida, principalmente para infusão de antibióticos e demais medicamentos necessários, a fim de auxiliar na recuperação do paciente”, esclarece Dra. Viviane.
A grande dificuldade é que na medicina nem tudo é tão claro, e na maioria das vezes não é tão simples identificar essa combinação de sintomas, ou até mesmo encontrar o que está causando a infecção. Em contrapartida a SEPSE exige rapidez no seu diagnóstico e precisão no seu tratamento. Portanto, identificá-la com rapidez torna-se um dos grandes desafios dos hospitais do mundo todo.
O risco de morte por SEPSE pode ser maior em algumas pessoas. Pacientes idosos ou bebês que nascem prematuros, além daqueles portadores de alguma doença crônica, câncer ou que necessitam de algum tipo de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismos contra as infecções, podem estar mais vulneráveis. “Mas, casos de óbito por SEPSE também podem acontecer em pessoas sem nenhum outro fator agravante conhecido, a partir da resposta desregulada do corpo a uma infecção,  como por exemplo a partir de uma simples infecção urinária”, destaca a infectologista.



A LAURA NA PRÁTICA


Em 27/07/2016 às 17:06 o #robolaura foi conectado aos servidores e sistemas do hospital e passou a minerar retroativamente, os dados dos pacientes  internados desde o dia 14/03/2016 (data que a LAURA Networks lançou o produto).


Envolvendo um time multidisciplinar de tecnologia da informação, Enfermagem e de Infectologia, o #robolaura foi implantado de forma inovadora e em tempo recorde, tendo efetivamente iniciado sua atuação nos postos de internamento no dia 26/09/2016 às 15:00.


Os profissionais ensinaram a LAURA e hoje a LAURA usa esse conhecimento para ajudá-los a ter velocidade em sua tomada de decisão.


Já nas duas primeiras semanas que seguiram a implantação do robô no Graças, tivemos ganhos reais e de grande importância no atendimento assistencial, afetando tanto profissionais quanto pacientes, sendo que entre estes, podemos  destacar:


- A LAURA traz uma melhoria na performance dos times assistenciais, trazendo agilidade no atendimento.
- A LAURA potencializa a assertividade, pois proporciona aos profissionais uma leitura sistêmica de dados gerando um conhecimento mais apurado. Ex.: A LAURA lê em tempo real e vai cruzando todos os dados do paciente que são lançados no sistema pelas equipes multiprofissionais, desde laudos de exames à dados vitais de rotina. Como ela foi treinada para identificar paciente com sinais de alerta para SEPSE, se identifica algo suspeito, ela emite alerta às equipes.
- A LAURA, numa velocidade nunca experimentada no mundo, cruza todos os dados dos pacientes e após identificar sozinha os graus de risco que aprendeu com o histórico de registros de todos os pacientes desde 14/03/2016, o robô prioriza o atendimento e notifica às equipes qual paciente deve ser visto primeiro.
- A LAURA potencializa e acelera a ação dos profissionais, pois ela vai além do limite humano cruzando informações em alta velocidade e precisão.
- A LAURA facilita a atuação proativa da equipe e não reativa mediante os sintomas, acelerando a tomada de decisões.

RESULTADOS PRELIMINARES:


Comparando os seguintes períodos:  Janeiro a setembro - 2016 - antes da LAURA e outubro a novembro - com a LAURA, somente nos dois postos de internação em que o robô foi ativado, até o momento, pode-se obter os seguintes resultados:


Foi observada uma redução de aproximadamente 60% no tempo médio de atendimento (Tempo médio para inserção de qualquer dado do paciente no sistema), bem como redução de 62,9% na identificação de casos de SEPSE grave ou choque séptico entre os pacientes incluídos no Protocolo Gerenciado de SEPSE (de 27% para 10%).


Quanto aos óbitos registrados para pacientes incluídos em Protocolo Gerenciado de SEPSE nestes dois postos, no período de Jan/Set a mortalidade geral e também aquela relacionada apenas a casos de SEPSE grave e choque séptico foi de 7,7% e 13,3% respectivamente. Já no período de Out/Nov não ocorreu nenhum óbito até o momento.


Esses dados iniciais mostram que há uma tendência na redução da mortalidade por SEPSE, pois os profissionais estão identificando a SEPSE precocemente, antes de alcançar o nível grave ou de choque, em que há muito mais chances do paciente ir à óbito.



Prêmios que a LAURA já ganhou:

1o lugar no desafio Pfizer. Isso é um reconhecimento que a LAURA é o primeiro robô cognitivo com foco em gerenciamento de risco do mundo.


2o lugar no HIS (Hospital Inovation Show). Isso evidencia o reconhecimento do meio hospitalar operacional da capacidade de otimização  dos times assistenciais na qualidade de atendimento do paciente.


1o lugar no Congresso InfectoSUL. Reconhecimento da classe médica científica, que a LAURA tem uma capacidade singular e inédita de gerar suporte às pesquisas que visam gerar melhorias na área da saúde.


O SONHO DE LAURA


O projeto O SONHO DE LAURA, consiste em disponibilizar o Robô LAURA para todos os 2100 hospitais filantrópicos do Brasil, o mais rápido possível. O Sonho de LAURA é reduzir as mortes por Sepse no Brasil em 5% até 2020.
Para que esse sonho se realize, a Laura Networks doará o #robolaura para todos os hospitais filantrópicos do Brasil. Entretanto, estes hospitais precisam de ajuda  para financiar os custos da implantação. Se a equipe de assistência for avisada precocemente sobre um paciente com SEPSE, é possível salvar mais de 12 mil vidas por ano no Brasil.


OUTROS NÚMEROS SOBRE A SEPSE


-  É responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil.
- Atualmente a SEPSE é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer.
- Tem alta mortalidade no país, chegando próximo a 57% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da SEPSE no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.
- A doença é a principal geradora de custos nos setores público e privado. Isto é devido a necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muito trabalho da equipe médica.


Fonte: Instituto Latino Americano de Sepse


DEPOIMENTO DE PACIENTES


“Minha filha está internada no Hospital Nossa Senhora das Graças há cinco meses. Viemos de São Paulo para cá, estou acompanhando o tratamento dela. Saber que além do atendimento humano, contar com a LAURA nos dá conforto, é uma segurança para o paciente e familiares também”. Vilma Assunção Sanches Monteiro, acompanhante de paciente.


“Tava preocupada que a minha mãe pudesse ter uma hemorragia interna, mas a enfermeira disse: “ Fique tranquila, se tivesse algo a LAURA já apontaria. É uma segurança mesmo quando o médico não está aqui”. Maria Cassol Seixas, acompanhante de paciente.


“Achei surpreendente esta união de várias pessoas para proporcionar esta tecnologia aos pacientes e melhorias para o hospital, isso passa tranquilidade e segurança para todos, paciente, acompanhante, e profissionais da saúde”. Paciente.


DEPOIMENTO DA ENFERMAGEM


“Nós estamos no hospital para fazer o melhor que a gente consegue fazer e com a LAURA agora podemos fazer o melhor do melhor”. (Enfermagem HNSG)


“O protocolo de SEPSE no hospital facilitou o atendimento, o robô LAURA sinaliza com frequência e agiliza o atendimento do paciente”. (Enfermagem HNSG)


“Com a LAURA conseguimos priorizar o atendimento dos pacientes com sinais vitais alterados”. (Enfermagem HNSG)


“O robô nos ajuda a reduzir o tempo de salvar a vida do paciente, antes do paciente apresentar os sintomas conseguimos identificar a SEPSE em tempo real”.  (Enfermagem HNSG)

sábado, 10 de dezembro de 2016

Audi se conecta com os semáforos nos EUA


·         A ‘Informação de Luzes de Tráfego’ é o primeiro serviço com comunicação entre veículo e infraestrutura viária (V2I) fornecido por uma marca automotiva
·         O serviço se inicia com variações nos modelos A4 e Q7, em Las Vegas
·         A criação de redes é essencial para condução autônoma nas cidades 

Saber de antemão quando um semáforo mudará de vermelho para verde possibilita que a condução se torne mais eficiente. A Audi é a primeira marca automotiva a conectar o carro com a infraestrutura da cidade, o que é um passo importante para a condução autônoma. A partir de agora, em Las Vegas, os modelos A4 e Q7 podem exibir as fases da luz de tráfego diretamente no carro. Mais cidades dos EUA possuirão esse sistema e há planos também para introduzir o sistema na Europa. A ‘Informação de Luzes de Tráfego’ aperfeiçoa o fluxo do trânsito, economiza tempo e reduz o impacto ambiental.

A Audi of America está cooperando com diversas cidades na América do Norte para atualizar a infraestrutura para o recebimento da tecnologia V2I. "Pela primeira vez, nossos carros estão trocando dados em tempo real com a infraestrutura de tráfego. Os motoristas podem adaptar o seu comportamento à situação e conduzir o veículo de uma forma muito mais relaxada e controlada", diz Andreas Reich, diretor de Pré-Desenvolvimento de Eletrônicos da AUDI AG. "Aumentamos a eficiência energética quando conectamos nossos modelos em cidades inteligentes. Outros serviços V2I serão introduzidos, tornando o carro um dispositivo móvel interativo. No fim desse desenvolvimento, teremos como resultado a condução autônoma", completa.

Como primeiro passo, todos os modelos A4 e Q7 produzidos para o mercado norte-americano desde junho de 2016 e equipados com o Audi Connect terão essa função a bordo. Nos EUA, os centros de gestão do tráfego municipais irão comunicar os dados de luzes de tráfego para a parceira do projeto, a Traffic Technology Services (TTS).  Os dados são preparados, então, e enviados para o computador de bordo dos veículos por meio de uma conexão rápida com a internet, como 4G/LTE, em tempo real.

A primeira função do componente ‘Informação de Luzes de Tráfego V2I’ chama-se ‘Tempo para Verde’. No Audi virtual cockpit ou no head-up display, os motoristas podem ver se alcançarão a próxima luz verde viajando dentro do limite permitido de velocidade. Caso não seja possível, uma contagem regressiva do tempo restante até a próxima fase verde é fornecida e os motoristas podem tirar o pé do acelerador no momento certo. Os projetos-piloto na Europa mostram que os motoristas se previnem mais graças a essa informação e isso tem um efeito benéfico em todo o fluxo do tráfego. "Em nossos testes, o número de carros que deveriam frear até parar caiu em torno de 20%. Isso economiza tempo para o motorista, além de uma economia de combustível de cerca de 15% registrada no projeto-piloto", afirma Michael Zweck, gerente do projeto de Informação de Luzes de Tráfego da Audi.

Inicialmente, os clientes da Audi terão acesso ao serviço, mas o trabalho de desenvolvimento que a marca tem investido nos sistemas de luz de tráfego também beneficiará clientes de outras marcas no futuro. A propagação crescente da tecnologia ajudará os planejadores de tráfego das cidades a entender as causas de lentidões e a aperfeiçoar as fases dos semáforos.

No futuro, a ‘Informação de Luzes de Tráfego’ poderá ser conectada à navegação inteligente e utilizada para novos conceitos de alimentação. Por exemplo, "ondas verdes" em sequências de luzes de tráfego poderão ser incorporadas no planejamento da rota. Também é concebível que os modelos e-tron da Audi possam fazer melhor uso da energia de freio ao recarregar a bateria enquanto desaceleram na luz vermelha.

A Audi também pretende introduzir a tecnologia na Europa. Em Berlim, Ingolstadt, Garmisch-Partenkirchen e Verona já houve extensos projetos-piloto. Só em Berlim, cerca de 700 semáforos no centro da cidade foram conectados ao serviço. No entanto, padrões de dados unificados e infraestrutura digital não existem em toda a Europa: "No continente, a tecnologia de tráfego em uso é altamente diversificada, já que a infraestrutura se desenvolveu regionalmente e de forma descentralizada. Estamos trabalhando na harmonização dos dados que foram preparados. Quando isso estiver pronto, poderemos prover a ‘Informação de Luzes de Tráfego’ na Europa também", anuncia Zweck.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Alstom e Carbone 4 mediram o footprint de carbono do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) versus o sistema de BRT (Bus Rapid Transit)

Alstom e Carbone 4, empresa líder de consultoria especializada em estratégias de resiliência climática e baixo carbono, apresentaram os resultados de um estudo demonstrando que os VLTs têm um footprint menor que os sistemas de BRT. A apresentação desse estudo ocorreu um pouco antes da COP22, que foi realizada em Marrakech, no Marrocos, e contou com a participação da Alstom.

Com a expectativa de que as emissões globais ocasionadas pelos sistemas de transporte urbano dobrem para quase 1 bilhão de toneladas de CO2 equivalente por ano até 2025, favorecer meios de transporte com os menores footprints de carbono é crucial. O transporte ferroviário tem uma contribuição chave na luta para reduzir os gases de efeito estufa (GHGs) e atingir a meta definida na COP21 em 2015 de manter o aquecimento global abaixo de 2°C.

O VLT, por exemplo, foi identificado como um dos meios de transporte urbano mais verdes[1] em função de seu baixo impacto ambiental durante a operação. O estudo conduzido pela Alstom e Carbone 4 compara o footprint de carbono de VLTs e sistemas de BRT, permitindo um melhor entendimento de sua performance comparativa durante todo o ciclo de vida, incluindo construção, operação e manutenção dos dois sistemas. Uma análise conduzida em uma linha típica de 10 km operada na Bélgica demonstrou que, para uma capacidade de transporte equivalente, ao longo de um ciclo de vida de 30 anos, um sistema de VLT emite metade do CO2 de um sistema de BRT operado com ônibus a diesel, e cerca de 30% menos CO2 que um sistema de BRT operado com ônibus híbridos.

“Reduzir as emissões de gases de efeito estufa do sistema de transporte é tanto uma questão chave quanto um desafio empolgante. Isso deve ser atingido através de um planejamento urbano relevante, eficiência energética, energia limpa e, claro, mudança nos meios de transporte. Os VLTs são, claro, parte dessa solução, e a infraestrutura dos sistemas de transporte se beneficiará de todas as melhorias da "limpeza" da matriz energética”, declarou Julien Blanc, diretor associado da Carbone 4.

Cécile Texier, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Alstom, afirmou: “Na Alstom, estamos trabalhando constantemente para promover a mobilidade sustentável, lutando para reduzir o custo operacional da energia em benefício de nossos clientes e estamos comprometidos em reduzir o footprint de carbono do transporte. A pesquisa conduzida com a Carbone 4 ilustra que sistemas ferroviários têm menor footprint de carbono que outros meios motorizados. Também mostra que sistemas otimizados, como o Attractis, um sistema de VLT integrado inovador que é mais simples de operar e tem melhor relação custo-benefício[2], pode reduzir significativamente as emissões de CO2 na fase de construção.”

A Alstom contribui para a visibilidade de assuntos relacionados ao transporte e a promoção de transporte sustentável em negociações internacionais sobre mudanças climáticas através de seu apoio ao Paris Process on Mobility and Climate (PPMC). A Alstom participou do Dia do Transporte do PPMC em 13 de novembro da COP22, no Marrocos, onde seus VLTs Citadis foram adotados em Casablanca e Rabat desde 2011. Em Rabat, até 120.000 pessoas viajam todos os dias a bordo dos VLTs, um grande sucesso que levou a cidade a decidir ampliar a rede. Estudos[3] mostraram que duas linhas de VLT devem levar a uma redução de 30.000 toneladas por ano nas emissões de CO2.

Para saber mais sobre os compromissos da Alstom com a mobilidade sustentável, clique aqui.
Para ler o resumo do relatório, clique aqui.

[1] Excluindo bicicletas
[2] Graças a gestão de projeto e métodos de construção otimizados, o Attractis está disponível no tempo recorde de 30 meses a partir da fase de desenho
[3] Fonte: CODATU/Agence Française de Développement (AFD)