quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Eles estão chegando! Confira 5 motivos para assistir Alerta Apocalipse nos cinemas

 Entre o caos e o humor, longa estrelado por Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson estreia em 29 de janeiro com distribuição da Imagem Filmes



O fim do mundo nunca foi tão estranho — e divertido. “Alerta Apocalipse”, novo longa que estreia nos cinemas brasileiros em 29 de janeiro, chega com uma proposta ousada: misturar catástrofe global, suspense, ficção científica e humor ácido em uma narrativa que prende a atenção do início ao fim. Com Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson no elenco principal, o filme aposta em carisma, ritmo acelerado e uma visão nada convencional do apocalipse.

A trama se desenrola a partir de um evento inexplicável que mergulha o mundo em caos. Alertas misteriosos surgem, sistemas entram em colapso e a população passa a lidar com um medo difuso: algo está chegando. Em meio ao colapso iminente, personagens improváveis precisam tomar decisões rápidas — muitas vezes absurdas — para sobreviver. É nesse contraste entre o desespero e o humor que o filme encontra sua identidade.

Para quem ainda está em dúvida, reunimos 5 motivos imperdíveis para conferir Alerta Apocalipse na tela grande.

1. Um apocalipse fora do óbvio

Diferente dos tradicionais filmes de fim do mundo, repletos de explosões e discursos grandiosos, Alerta Apocalipse aposta em uma abordagem mais irônica e inesperada. O roteiro brinca com o absurdo da situação e explora como pessoas comuns reagem diante do colapso global. O resultado é um apocalipse menos solene e mais humano — e justamente por isso, mais inquietante.

2. Joe Keery em seu papel mais ousado

Conhecido mundialmente por Stranger Things, Joe Keery mostra aqui uma faceta diferente. Seu personagem transita entre o sarcasmo, o medo e a coragem improvisada, servindo como ponto de identificação para o público. Keery domina o tom do filme, equilibrando humor e tensão com naturalidade, e prova mais uma vez sua versatilidade como ator.

3. Georgina Campbell e a força feminina em meio ao caos

Vencedora do BAFTA e destaque em produções de terror e suspense, Georgina Campbell entrega uma atuação intensa e cheia de nuances. Sua personagem não é apenas uma sobrevivente, mas alguém que questiona escolhas, lidera em momentos críticos e carrega o peso emocional do que está em jogo. É uma presença forte que adiciona profundidade à narrativa.

4. Liam Neeson: autoridade, mistério e impacto

Mesmo com aparições pontuais, Liam Neeson imprime sua marca no filme. Seu personagem carrega uma aura de autoridade e mistério, funcionando como uma espécie de catalisador para os eventos mais decisivos da trama. A simples presença de Neeson em cena eleva a tensão e reforça a sensação de que o perigo é real — e inevitável.

5. Humor inteligente em tempos de fim do mundo

O grande diferencial de Alerta Apocalipse está no humor. Não se trata de piadas fáceis, mas de um sarcasmo inteligente que surge do contraste entre o absurdo da situação e as reações humanas. O filme faz rir, mas também provoca reflexão: como reagiríamos se o mundo realmente estivesse prestes a acabar? O riso, aqui, é quase um mecanismo de sobrevivência.

Uma experiência feita para o cinema

Com direção segura, trilha sonora envolvente e um visual que alterna entre o caótico e o estilizado, Alerta Apocalipse foi claramente pensado para a experiência da sala escura. A montagem dinâmica mantém o ritmo acelerado, enquanto os momentos de silêncio aumentam a tensão. É um filme que funciona tanto como entretenimento quanto como comentário social sobre medo coletivo, desinformação e reações extremas.

Distribuído pela Imagem Filmes, o longa chega em um momento em que o público busca histórias intensas, mas também originais. Em meio a tantos filmes apocalípticos semelhantes, Alerta Apocalipse se destaca justamente por não se levar totalmente a sério — sem jamais perder o impacto.

Seja pelo elenco afiado, pela mistura de gêneros ou pela abordagem irreverente do fim do mundo, uma coisa é certa: eles estão chegando — e você vai querer assistir a tudo isso no cinema.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

FIM DA ESCALA 6x1: NOVA PEC LIMITA JORNADA A 36 HORAS E PROMETE MUDAR ROTINA DE MILHÕES DE TRABALHADORES

Uma mudança histórica nas relações de trabalho brasileiras começou a ganhar forma nesta quarta-feira (10). A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou a PEC que prevê o fim da tradicional escala 6x1 — modelo em que o funcionário trabalha seis dias consecutivos e descansa apenas um. A proposta, que agora segue para votação no plenário do Senado, promete reorganizar a jornada semanal, ampliar o descanso e redefinir a dinâmica de diversos setores da economia.

O ponto central da PEC é a limitação da jornada semanal a 36 horas, o que rompe com o padrão atual de 44 horas previsto na CLT. Com menos horas de trabalho por semana, empresas terão de rever escalas, fluxos de produtividade e, em muitos casos, investimentos em novas contratações para manter a operação.

Para os senadores que defenderam o texto, a mudança é “um avanço civilizatório”, aproximando o Brasil de modelos adotados em países desenvolvidos, onde jornadas reduzidas têm sido associadas a melhor qualidade de vida, diminuição de afastamentos por saúde e aumento de eficiência.

Especialistas em relações trabalhistas apontam que a escala 6x1, apesar de comum em setores como comércio, supermercados, serviços e indústria, é considerada por muitos como um arranjo desgastante. Isso porque reduz o tempo de convívio familiar, limita o descanso adequado e afeta diretamente o bem-estar físico e mental do trabalhador.

O QUE MUDA NA PRÁTICA

Se aprovada sem alterações pelo plenário e posteriormente pela Câmara, a PEC introduzirá uma reorganização profunda na rotina das empresas. Eis as principais mudanças:

Fim da escala 6x1: trabalhadores não poderão mais cumprir seis dias seguidos para descansar apenas um. Novos modelos deverão ser adotados, como 5x2 ou até propostas flexíveis, desde que respeitada a jornada máxima de 36 horas semanais.

Revisão de contratos e escalas: setores altamente dependentes do trabalho contínuo — supermercados, shoppings, bares, hospitais, transporte, segurança privada — deverão adaptar turnos e reforçar equipes.

Impacto nos custos: empresas poderão enfrentar, ao menos inicialmente, aumento de despesas com contratações ou reorganização de plantões.

Mais descanso e qualidade de vida: trabalhadores terão semanas menos exaustivas e mais tempo livre para família, lazer e cuidados pessoais.

Produtividade: estudos internacionais indicam que jornadas reduzidas, quando bem aplicadas, mantêm ou até elevam a produtividade, graças ao maior bem-estar e menor absenteísmo.

REAÇÕES AO TEXTO

Enquanto sindicatos elogiaram a iniciativa e classificaram a aprovação como “uma vitória histórica”, parte do empresariado demonstrou preocupação. Entidades do comércio e serviços alertam para possíveis impactos financeiros, alegando que margens já são apertadas e que a mudança exigirá adaptações profundas.

Senadores favoráveis afirmam que a legislação trabalhista precisa acompanhar os novos tempos. “Nenhum país avança mantendo modelos de jornada concebidos no século passado”, declarou um dos parlamentares durante a sessão.

Já representantes contrários argumentam que a regulamentação deve ser feita com cuidado para evitar aumento de informalidade.

E AGORA?

A PEC segue para ser debatida e votada no plenário do Senado. Caso aprovada, será encaminhada à Câmara dos Deputados, onde poderá passar por ajustes. Só depois de aprovada nas duas Casas, em dois turnos, a mudança será incorporada à Constituição.

Até lá, o tema deve dominar debates entre trabalhadores, sindicatos, empresários e especialistas. O que é certo é que o Brasil se aproxima de uma das maiores reformas trabalhistas dos últimos anos — e que seus efeitos serão sentidos no cotidiano de milhões de pessoas.

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

A Noite Épica no Palestra Itália – A Virada Histórica do Palmeiras sobre a LDU

Diante de um estádio lotado, o Palmeiras escreveu uma das páginas mais emocionantes da história da Libertadores. Após estar em desvantagem no confronto, o Verdão virou com autoridade e goleou a LDU por 4 a 0, garantindo uma classificação inesquecível para a final

Quando a fé falou mais alto

O Palestra Itália estava em festa. As arquibancadas pulsavam em verde e branco, bandeiras tremulavam e cada canto da torcida parecia empurrar o time para um milagre. O Palmeiras, que havia perdido o jogo de ida em Quito, precisava de uma vitória por larga margem para avançar — e foi exatamente o que aconteceu.

Desde o apito inicial, era possível sentir algo diferente no ar. O time de Abel Ferreira entrou em campo com alma, intensidade e coração. A LDU, acostumada à pressão da Libertadores, tentou controlar o jogo, mas logo se viu sufocada por um Palmeiras determinado a mudar o destino.

Aos 18 minutos, veio o primeiro gol — um chute cruzado que explodiu o grito da torcida e reacendeu a esperança. A cada jogada, o estádio vibrava como se fosse o último lance da noite. O Palmeiras dominava, pressionava, acreditava. E antes do intervalo, em uma cobrança de falta magistral, o segundo gol incendiou o Palestra. A virada estava viva.

O Verdão do impossível

O segundo tempo foi pura emoção. A LDU, atordoada, tentou reagir, mas o Palmeiras estava em outro nível. Aos 20 minutos, o terceiro gol veio em uma jogada coletiva perfeita, que fez o estádio tremer. O grito “Palmeiras!” ecoava por toda São Paulo, e a cada toque na bola, a torcida via o impossível se tornar realidade.

O quarto gol — o mais simbólico da noite — saiu nos acréscimos, coroando uma atuação impecável. O Allianz Parque (antigo Palestra Itália) explodiu em lágrimas, abraços e sorrisos. Era a consagração de um time que não desistiu, que acreditou até o fim e transformou a pressão em combustível.

Quando o árbitro apitou o fim, o campo se tornou palco de pura emoção. Jogadores ajoelhados, torcedores chorando, e a sensação de que algo grandioso havia acontecido. O Palmeiras, tantas vezes protagonista de viradas históricas, acrescentava mais uma ao seu legado.

Naquela noite, o futebol mostrou sua face mais bonita: a da superação. O Palmeiras transformou dúvida em certeza, medo em coragem, e um desafio quase impossível em glória eterna.


> “O Jogo dos Sonhos: Palmeiras faz o impossível e vira com goleada sobre a LDU em casa — 4x0 para entrar na história da Libertadores.”


Edição Especial Libertadores – Emoção, raça e a força do Verdão no Palestra Itália.

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

 Palestra celebra o Mês dos Professores e acolhe educadores, familiares e cuidadores de pessoas com deficiência com foco em autismo

O Memorial de Arte Adelio Sarro, em Vinhedo (SP), será palco no dia 31 de outubro, às 19h, da conferência “A Arte de Educar com Inclusão”, uma iniciativa que marca o início da parceria entre o artista Adelio Sarro e a educadora Gabriela da Silva Duarte, criadora do projeto “Cuidando de quem cuida”.

Voltado a professores, cuidadores, auxiliares de convivência, mães, pais e familiares de pessoas com deficiência ou com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o encontro busca promover um espaço de acolhimento, reflexão e valorização para quem dedica a vida ao cuidado e à inclusão.

“Muitos desses profissionais e familiares estão exaustos, sem apoio e sem acolhimento. Essa palestra é uma forma de dizer que eles também precisam ser cuidados, reconhecidos e fortalecidos emocionalmente”, destaca Fernanda Teixeira, presidente da ACESA Capuava, entidade de Valinhos (SP) que atende mais de 180 crianças com deficiência, a maior parte com autismo. “Cuidar de quem cuida é um gesto de humanidade e, também, de sustentabilidade social,” reforça.

Durante a palestra, Gabriela da Silva Duarte — doutoranda e mestre em Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra (Portugal), licenciada e bacharel em Letras pela USP, professora há 16 anos da educação básica e universitária — vai abordar temas como “O que é a Pedagogia da Vida?”, “Quem cuida de quem cuida?” e “O poder do elogio na sociedade para além das escolas”.

Segundo Gabriela, todos somos educadores, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que atribui à família, ao Estado e à sociedade a responsabilidade pela formação e proteção de crianças e adolescentes até os 18 anos.  “Educar é um ato coletivo. Todos nós, em algum momento, participamos da formação de alguém — seja em casa, na escola, no trabalho ou ao acolher uma situação de vulnerabilidade. A formação é conjunta, eu aprendo tanto quanto ensino. Meu papel é abrir espaços de diálogo, propor estratégias e valorizar o que já dá certo”, afirma a educadora.

Gabriela conduzirá o encontro com base em uma abordagem cognitivo-comportamental e na Pedagogia da Vida, uma filosofia educacional que nasceu há quase um século no Japão e que defende a educação pelo elogio, pelo reconhecimento e pela valorização da singularidade de cada estudante.
“Quando elogiamos, reconhecemos e damos ferramentas adequadas a um estudante com autismo, vemos transformações reais — não só acadêmicas como também emocionais e sociais. É a autoestima que floresce primeiro”, completa Gabriela.

A palestra será uma celebração simbólica do Mês dos Professores, reconhecendo o papel essencial desses profissionais na construção de uma sociedade mais inclusiva e empática. A contribuição de R$ 45,00 será revertida para a Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava (ACESA), ampliando o alcance social do evento.

Serviço
Palestra: A Arte de Educar com Inclusão
Data: 31 de outubro de 2025, às 19h
Local: Memorial de Arte Adelio Sarro – Vinhedo (SP)
Contribuição: R$ 45,00 (revertida para a ACESA)
Contato e informações: @gabikelensino | +55 15 99604-4091

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Querido irmão, parabéns pelo seu dia!

Hoje é um daqueles dias especiais que merecem ser celebrados com o coração aberto e cheio de gratidão. É o seu aniversário, e não há palavras suficientes para expressar o quanto você é importante. Irmão, você é mais do que família — é um amigo, um confidente, um exemplo de força e de coragem. Desde sempre, tem mostrado que a vida pode ser enfrentada com garra, mas também com um sorriso sincero no rosto.

Cada ano que passa é uma nova chance de recomeçar, de sonhar ainda mais alto e de se orgulhar das conquistas já alcançadas. E você, com toda sua determinação e bondade, tem mostrado o quanto é merecedor de tudo o que vem conquistando. Que esta nova fase seja marcada por alegrias verdadeiras, saúde abundante, e muitas realizações.

Hoje, quero que você se permita ser o centro das atenções, que receba todo o carinho e as boas energias de quem te ama. Que nunca faltem pessoas verdadeiras ao seu redor, nem motivos para sorrir. A vida é feita de momentos, e o de hoje é totalmente seu — aproveite cada segundo, celebre como merece, e lembre-se de que há sempre um novo horizonte esperando por você.

Parabéns, meu irmão! Que Deus continue iluminando o seu caminho, guiando seus passos e enchendo sua jornada de vitórias. Você é motivo de orgulho e de amor para todos nós. Feliz aniversário, e que venham muitos e muitos anos de felicidade, sucesso e paz! 🎉❤️

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Samba virou taiko! Brasil começa dançando e termina levando baile do Japão

No amistoso desta terça-feira no Estádio Nacional de Tóquio, a Seleção Brasileira mostrou que sabe começar com gingado — mas esqueceu de terminar o show. O time de Carlo Ancelotti abriu o placar, empolgou a torcida e parecia pronto pra transformar o Japão em figurante do samba. Só que, no segundo tempo, o ritmo virou… e o taiko (aquele tamborzinho japonês) começou a tocar mais alto.

O Brasil começou o jogo afiado: passes rápidos, dribles bonitos, gol bonito — parecia dia de goleada. Mas bastou o intervalo pra o time voltar com sono de quem comeu sushi demais no almoço. O Japão, esperto, aproveitou a siesta brasileira e virou o jogo em ritmo de anime. Três gols em sequência, e o que era samba virou karaokê de sofrimento.
Ancelotti, com cara de quem não entendeu nada, só observava o colapso: defesa perdida, meio-campo sumido e ataque que parecia ter trocado as chuteiras por sandálias japonesas. No fim, 3 a 2 pro Japão e um banho de humildade para a Seleção que começou achando que seria desfile e terminou participando de um reality de sobrevivência.

O lado bom? O amistoso serviu de lição: no futebol, não dá pra parar o samba no meio da música. Já o lado ruim... é que o Japão mostrou que, quando o assunto é disciplina, até o futebol deles é pontual — e o colapso do Brasil também.

Próximo jogo, o recado é claro: menos sashimi, mais concentração. Porque se continuar assim, o único título que o Brasil vai levantar é o de “melhor primeiro tempo do mundo”.

terça-feira, 7 de outubro de 2025

MORRE PAIVA NETTO, LÍDER DA LBV, AOS 84 ANOS

Entidade já havia enfrentado denúncias por pressão religiosa sobre funcionários

Faleceu nesta terça-feira (7) o escritor, jornalista e líder religioso José de Paiva Netto, presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), aos 84 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.


Paiva Netto assumiu a direção da LBV em 1979, após a morte do fundador Alziro Zarur. Sob seu comando, a instituição expandiu suas atividades sociais e educacionais, tornando-se uma das mais conhecidas entidades filantrópicas do país, com atuação também fora do Brasil.

Apesar da importância social, a LBV enfrentou denúncias trabalhistas em 2023, quando ex-funcionários relataram pressão para participar de orações e cultos, sob pena de serem considerados de “baixa produtividade”. O caso chegou ao Ministério Público do Trabalho, resultando em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual a instituição se comprometeu a não impor práticas religiosas a seus colaboradores.

Em nota, a LBV afirmou manter “momentos de espiritualidade organizacional”, mas que a adesão é voluntária.

A morte de Paiva Netto encerra um longo ciclo de liderança espiritual e administrativa. Admirado por seguidores e lembrado também pelas polêmicas envolvendo a instituição, ele deixa um legado de quase sete décadas de atuação voltada à fé e à caridade.

O velório e o sepultamento ocorrerão no Rio de Janeiro, em local ainda não divulgado pela entidade.