sábado, 7 de janeiro de 2017

RUFFLES® LANÇA SABOR LIMÃO PARA O VERÃO

Após inúmeros pedidos do público, a nova batata será comercializada ao longo da estação mais quente do ano

RUFFLES®, marca de batatas da PepsiCo, inicia o ano com um novo produto em seu portfólio. Depois do grande sucesso e da mobilização nas redes sociais do sabor criado pelos limões de PEPSI® TWIST™, a RUFFLES® atendeu aos pedidos dos consumidores e lança nacionalmente, a batata RUFFLES® sabor Limão. O novo produto será comercializado durante o verão, um dos momentos mais importantes do ano para a categoria.

A parceria entre RUFFLES® e PEPSI® TWISTTM reforça a personalidade das marcas, já que ambas adotam uma linha de comunicação espontânea e irreverente. Tudo começou quando os Limões de PEPSI® TWIST™ foram “demitidos” e os personagens seguiram em busca de um novo emprego, até que são “contratados” por RUFFLES® e viveram uma experiência inédita, criando o novo sabor, a batata “RUFFLES® sabor limão”.

Para Lillian Dakessian, gerente de Marketing de RUFFLES®, a PepsiCo é uma empresa que tem em seu DNA a inovação e a interação com os fãs da marca. ‘’O engajamento do público com as ativações realizadas para esta parceria foi a principal causa de lançar nacionalmente a novidade no mercado. Buscamos sempre dar voz aos nossos consumidores e entender os seus pedidos’’, completa.
“Para PEPSI®, a interação entre as marcas da PepsiCo representa uma nova forma de promover conteúdos e inovações aos nossos fãs, nos permitindo ousar e criar sempre que for possível”, explica Guilherme Marangon, gerente de Marketing de PEPSI®.

O novo sabor estará disponível em todo o Brasil a partir da primeira quinzena do mês. A comunicação da marca, em todas as plataformas, segue uma linguagem que busca promover de forma divertida e irreverente a interação entre os jovens admiradores de RUFFLES®.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Avianca Brasil inicia operação do seu segundo A320neo, o avião mais moderno da categoria

Modelo ajudará a empresa a manter a idade média de sua
frota a mais baixa entre as operadoras latino-americanas 

 

 
A Avianca Brasil iniciou os voos comerciais de seu segundo A320neo, o avião mais moderno da categoria. Com o novo jato, a frota de aeronaves de passageiros da companhia chega a 44 unidades, todas da fabricante Airbus.
 
“Ao longo de 2017, prevemos receber outros A320neo, dentro do nosso plano de renovação permanente da frota. Esse lançamento recente da Airbus oferece eficiência, confiabilidade e conforto imbatíveis. Temos orgulho em ser a primeira empresa aérea das Américas a operar o ‘neo’ com motores LEAP-1A CFM International. Nosso objetivo é utilizá-lo como carro-chefe nos próximos anos para continuar oferecendo, sempre, o melhor produto da aviação comercial brasileira”, destacou Frederico Pedreira, presidente da Avianca Brasil.
 
O A320neo incorpora as tecnologias mais avançadas disponíveis, como motores de última geração que produzem, em média, 50% menos ruído e oferecem eficiência energética até 15% superior. Além disso, as aeronaves A320neo da Avianca Brasil estão equipadas com cabines Space Flex configuradas com 165 assentos, garantindo amplo espaço individual aos passageiros.
 
Em julho de 2016, a companhia confirmou uma encomenda de 62 aeronaves A320neo como parte do seu plano de negócios, que prevê a operação da frota mais jovem, moderna e eficiente do país. Atualmente, a idade média dos seus aviões é a mais baixa entre as operadoras latino-americanas.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Avianca Brasil anuncia vendas para novo destino: Foz do Iguaçu

Companhia lançará voos diários ligando a cidade paranaense ao aeroporto internacional de Guarulhos


A Avianca Brasil, membro brasileiro da aliança global Star Alliance, anunciou nesta quarta-feira que iniciará operações regulares em Foz de Iguaçu (Paraná) a partir do dia 6 de março de 2017. O novo destino será atendido com voos diários, diretos, de e para o aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo.

“Foz do Iguaçu tem grande importância como destino turístico no país, não apenas por suas belezas naturais, mas também pelo intercâmbio comercial e cultural, com um grande volume de visitantes das mais diversas regiões do mundo”, disse Rodrigo Napoli, diretor Comercial da Avianca Brasil. “Nossa nova operação foi desenhada aumentar as opções de conectividade dos passageiros locais com os demais estados e, principalmente, com as partidas internacionais das nossas parceiras na Star Alliance. Basicamente, iremos ligar a cidade a mais de 1.300 destinos em todo o mundo”.

Localizada no extremo oeste do Paraná, Foz do Iguaçu possui cerca de 260 mil habitantes e é considerada um dos 100 municípios mais ricos do Brasil. Seu aeroporto fica próximo às famosas Cataratas do Iguaçu, a 13 quilômetros do centro da cidade.

O novo voo, de numeração 6184, partirá de Guarulhos às 12:20, chegando ao Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas às 14:10. No sentido inverso, o voo 6185 partirá da cidade paranaense às 14:43, aterrissando em São Paulo às 16:30. A operação será efetuada com aeronaves Airbus A320.

Os bilhetes já estão disponíveis para compra pelo site da companhia (www.avianca.com.br), pelos telefones 4004-4040 (São Paulo e principais capitais) ou 0300-789-8160 (demais localidades) e via agências de viagens.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

MINI posiciona dois carros no Top 10 ao fim do primeiro estágio no Rally Dakar

Ø  Etapa começou com 454 km entre cidades de Assunção e Resistência;
Ø  Brasileiros aparecem em 21º na abertura do torneio.
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*Equipes MINI iniciam disputa pelo título do Rally Dakar

São Paulo, 3 de janeiro de 2017 – O Rally Dakar 2017  finalmente entrou em andamento com a Fase 1, entre Assunção, a capital do Paraguai, e Resistência, na Argentina. A rota de 454 km define a ordem de partida para a Etapa 2, que acontece hoje.  Os oito representantes MINI ultrapassaram a linha de chegada e finalizaram a primeira etapa que ainda contou com os carros #306 e #303 no Top 10, respectivamente 7º e 9º. Estreantes, os brasileiros Sylvio de Barros e Rafael Capoani garantiram a 21º posição ao fim do primeiro estágio.

Na sétima colocação, Yimaed Al-Rajhi (KSA) da equipe X-raid e co-piloto Timo Gottschalk (GER) - no novo MINI John Cooper Works Rally # 306 – terão a melhor posição de largada na saída em resistência, nesta terça-feira. "Tentamos fazer o nosso melhor e não cometer erros. O estágio era muito áspero, difícil e duro para o carro também. Mas nós terminamos sem nenhum problema", afirmou o piloto saudita Al-Rajhi.

14 segundos atrás, Mikko Hirvonen (FIN) e Michel Périn (FRA)  conquistaram o nono lugar no segundo dos três novos carros do MINI John Cooper Works Rally que estrearam no Rally Dakar 2017. A experiência de Hirvonen no seu primeiro Dakar no ano passado garantiu boa posição para a próxima etapa. "O primeiro dia já passou. Agora podemos começar as corridas apropriadas. Não tivemos nenhum drama hoje. Estou muito feliz com o resultado e como o carro está funcionando. Um ou dois buracos aqui e ali, mas de toda forma tudo está ok", afirma o finlandês, quarto colocado em 2016.

Inscritos de última hora, Sylvio de Barros e Rafael Capoani terminaram em 21º lugar no MINI ALL4 Racing (# 339) e nem a ansiedade foi capaz de atrapalhar o bom resultado na estreia da dupla brasileira.

A etapa desta terça-feira começa em Resistencia, na Argentina, e se encerra em San Miguel de Tucumán, em uma distância total de 803 km.

Position
Driver
Co-driver
#
Team
Time
7
Yazeed Al-Rajhi (KSA)
Timo Gottschalk (GER)
306
X-raid Team
00:26:47

+00:01:06
9
Mikko Hirvonen (FIN)
Michel Périn (FRA)
303
X-raid Team
00:27:01

+00:01:20
11
Orlando Terranova (ARG)
Andreas Schulz (GER)
308
X-raid Team
00:27:05

+00:01:24
14
Jakub Przygonski (POL)
Tom Colsoul (BEL)
316
ORLEN Team
00:27:28

+00:01:47
21
Sylvio de Barros (BR)
Rafael Capoani (IT)
339
X-raid Team
00:28:48

+00:03:07
22
Boris Garafulic (CHL)
Filipe Palmeiro (POR)
314
X-raid Team
00:28:59

+00:03:18
23
Mohamed Abu Issa (QAT)
Xavier Panseri (FRA)
322
X-raid Team
00:29:02

+00:03:21
31
Stephan Schott (GER)
Paulo Fiuza (POR)
325
X-raid Team
00:30:59

00:05:18

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ABB e IdeaHub anunciam nova competição global em busca de ideias inovadoras para o mercado inversores de frequência

A ABB, empresa global líder em tecnologias de energia e automação, em parceria com a plataforma IdeaHub, está promovendo um novo concurso voltado para a atração de ideias inspiradoras para o futuro dos inversores industriais. Essa competição visa estimular jovens empreendedores, startups e conectar pessoas interessadas no futuro da tecnologia, internet das coisas e, principalmente, os que respiram as tendências da Industria 4.0.
A plataforma está aberta para inscrições até o dia 31 de janeiro de 2017 através do site www.theideahub.co.uk/challenges. Os participantes com as ideias mais inovadoras serão selecionados e terão a oportunidade de implementar projetos em uma das principais empresas de tecnologia e automação do mundo. “É uma grande oportunidade para empreendedores de todo o mundo colocarem em prática suas ideias e ver projetos saindo do papel com a chancela de uma empresa global líder no setor”, comenta Marcelo Palavani, Gerente Geral da Unidade de Negócios de Inversores de Frequência da ABB.
Sobre a ABB - A ABB (ABBN: SIX Swiss Ex) é líder pioneira de tecnologia em produtos para eletrificação, robótica e motion, automação industrial e power grids, servindo clientes industriais, concessionárias, transporte e infraestrutura de forma global. Por mais de quatro décadas, a ABB tem escrito o futuro da digitalização industrial. Com mais de 70 milhões de aparelhos conectados por meio de sua base instalada de mais de 70.000 sistemas de controle através de todos os segmentos de clientes, a ABB está posicionada de forma ideal para se beneficiar da Quarta Revolução Industrial e de Energia. Com um patrimônio de mais de 130 anos, a ABB opera em mais de 100 países com cerca de 135.000 funcionários. www.abb.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

MINI está pronta para o Rally Dakar 2017

Ø  Dupla brasileira formada por Sylvio de Barros e Rafael Capoani entra na disputa com o modelo MINI ALL4 Racing #339 no time X-Raid;
Ø  4º lugar no ano passado, Mikko Hirvonen inicia busca por título.
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*Mikko Hirvonen e Michel Périn disputam o título com o MINI #303

O Rally Dakar de 2017 começa hoje e contará com oito tripulações MINI em busca do título que será entregue no dia 14, na Argentina. Mais de 300 veículos disputam as categorias de carros, caminhões, motocicletas e quadricículos com cerca de 500 concorrentes disputando o maior espetáculo off-road do mundo. Serão percorridos 9000 km nos mais diferentes terrenos e apenas um sairá vencedor. Além dos tradicionais competidores, dois brasileiros estreiam na categoria: Sylvio de Barros e Rafael Capoani.

A 39ª edição do Rally Dakar será disputada em três países sul-americanos. O ponto de partida será em Assunção, capital do Paraguai. Os competidores também vão atravessar a Bolívia antes de encerrar o evento na Argentina.

Com quatro títulos nos últimos cinco anos, MINI busca uma grande vitória neste início de temporada. Para isto, irá contar com experientes pilotos e co-pilotos no volante dos potentes modelos britânicos.

No carro #308, Orlando Terranova (ARG) e o co-piloto Andreas Schulz (GER) substituem Bryce Menzies (EUA), que irá passar por cirurgia e reabilitação, e o co-piloto Peter Mortensen (EUA). 4º lugar na etapa inaugural de 2016, Mikko Hirvonen (FIN) aposta na experiência para conquistar o objetivo ao lado do companheiro Michel Périn (FRA). "Nada ainda bate a experiência do próprio Dakar, Ser humilde e concentrar-se realmente duro para cada dia", afirma o finlandês. Também no comando de um MINI John Cooper Works Rally está a dupla Yazeed Al-Rajhi (KSA) e Timo Gottschalk (GER).

Jakub Przygonski (POL) e Tom Colsoul (BEL) competem em Dakar sob a bandeira da equipe de ORLEN. A experiência de Przygonski com o MINI ALL4 Racing aumentou durante 2016 e o polonês e Colsoul também estão ansiosos para o início do torneio.

Também estão concorrendo com os icônicos carros de MINI ALL4 Racing no time X-Raid, Boris Garafulic (CHL) / Filipe Palmeiro (POR), juntamente com Mohamed Abu Issa (QAT) /Xavier Panseri (FRA) e Stephan Schott (GER) / Paulo Fiuza (POR). Juntando-se à Família MINI no Rally Dakar 2017 estão os brasileiros Sylvio de Barros e Rafael Capoani.

Piloto
Co-piloto
Time
Carro #
Mikko Hirvonen (FIN)
Michel Périn (FRA)
X-raid Team
303
Yazeed Al-Rajhi (KSA)
Timo Gottschalk (GER)
X-raid Team
306
Orlando Terranova (ARG)
Andreas Schulz (GER)
X-raid Team
308
Boris Garafulic (CHL)
Filipe Palmeiro (POR)
X-raid Team
314
Jakub Przygonski (POL)
Tom Colsoul (BEL)
Orlen Team
316
Mohamed Abu Issa (QAT)
Xavier Panseri (FRA)
X-raid Team
322
Stephan Schott (GER)
Paulo Fiuza (POR)
X-raid Team
325
Sylvio de Barros (BR)
Rafael Capoani (BR)
X-raid Team
339


domingo, 1 de janeiro de 2017

Itaipu bate recorde em dezembro e tem produção histórica de 103,09 milhões de MWh em 2016

Meta foi superada em mais de 3 milhões de MWh. Geração total daria para abastecer o Brasil por dois meses e 18 dias



A usina hidrelétrica de Itaipu fechou 2016 com uma produção histórica de 103.098.366 de megawatts-hora (MWh) e estabeleceu uma nova marca mundial. A usina que não para de surpreender finalizou o ano como começou: batendo recordes. A binacional registrou o melhor dezembro de todos os tempos. No mês passado foram produzidos quase 8,9 milhões de MWh.
A produção histórica de Itaipu é registrada num início de verão bastante quente, quando a sensação térmica em algumas cidades do Sudeste do Brasil e em Assunção, no Paraguai, bateu na casa dos 50 graus Celsius. No pico do calor, a usina brasileiro-paraguaia tem garantido o suprimento de energia e a demanda de ponta para os mercados dos dois países.
Os 103,09 milhões de MWh gerados por Itaipu, que agora em 2016 voltou a ser líder anual de geração de energia elétrica à frente de Três Gargantas - que detinha o título desde 2014, com 98,8 milhões de MWh - seria suficiente para atender o Brasil por dois meses e 18 dias; o Paraguai por sete anos e três meses; a região Sudeste do Brasil por cinco meses; a cidade de São Paulo por três anos e cinco meses; a cidade do Rio de Janeiro por cinco anos e oito meses; ou ainda a cidade de Salvador por 26 anos e seis meses. A América Latina inteira seria suprida com eletricidade por 35 dias.
Recorde após recorde
Em doze meses, Itaipu teve recorde de geração em sete: melhores janeiro, fevereiro, maio, junho, outubro, novembro e também dezembro. Já abril, julho, agosto e setembro ficaram em segunda posição no ranking mensal histórico, enquanto março ficou em terceiro lugar.
Com desempenho espetacular dia após dia, já no começo do ano se acenava a possibilidade de chegar em 2016 à meta inédita dos 100 milhões de MWh anuais estipulada em 2012 pelo diretor-geral brasileiro da usina, Jorge Samek. Só não se sabia que esse valor seria superado em mais de 3 milhões de MWh.
“O recorde mostra a maturidade de Itaipu, que no auge da produção e produtividade, se prepara para uma nova etapa a partir de 2017. Mais uma vez, a usina demonstrou sua solidez para contribuir de forma eficiente no desenvolvimento do Brasil e Paraguai”, afirmou Samek.
28 milhões a mais do que o previsto
Nem mesmo os mais otimistas poderiam imaginar que a usina alcançaria uma meta tão audaciosa, superando em mais de 28 milhões de MWh a energia garantida de 75 milhões de MWh prevista no Tratado que deu origem à binacional.
Auge da produção
Foi um ano sem precedentes para a operação da usina, que chegou aos 32 anos e sete meses de funcionamento, no auge da produção, com inúmeros recordes, reassumindo a liderança mundial de geração anual de energia, com mais de 4 milhões de MWh de vantagem sobre a hidrelétrica chinesa Três Gargantas.
Participação maior no mercado
O aumento da produção elevou a participação de Itaipu no mercado brasileiro de eletricidade em 2 pontos percentuais, subindo de 14,6% em 2015 para 16,8% este ano. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, região de maior consumo de energia elétrica no Brasil, a participação da binacional cresceu de 19,3% para 22,4%, um incremento de 3 pontos percentuais.
Menos energia cara
O aumento da produção de Itaipu também impulsionou em 2016 a participação das hidrelétricas no parque gerador nacional. Com a maior utilização de energia hídrica, que é mais limpa e barata, o acionamento das termoelétricas foi reduzido. Outro aspecto positivo é o aumento do valor do repasse dos royalties, que ficará em torno de 15%. De 1985 até 2013, a empresa pagou cerca de US$ 10 bilhões em royalties ao Brasil e ao Paraguai.
O pagamento pela exploração da água para a geração de energia, está previsto no Anexo C do Tratado de Itaipu. No lado brasileiro, os recursos beneficiam 16 municípios, sendo 15 no Estado do Paraná e um no Mato Grosso do Sul. Os royalties são aplicados na melhoria da qualidade de vida da população, nas áreas de educação, saúde, moradia e saneamento básico.
E o futuro?
Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, Itaipu está no limite da sua capacidade física e no auge da produção. Segundo o diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, agora é planejar o futuro. Para garantir que nos próximos 50 anos a usina mantenha o desempenho que teve nestas primeiras três décadas, será colocado em execução um plano ambicioso de atualização das unidades geradoras. Com investimentos previstos de US$ 500 milhões, o processo de modernização deve levar pelo menos dez anos, conciliando produção otimizada, manutenções preventivas e atualização tecnológica.

“O plano foi construído nos últimos cinco anos, por equipes brasileiras e paraguaias, com a contribuição da primeira geração de engenheiros da Itaipu, engenheiros que conhecem a usina, sua operação e manutenção. A ideia é manter a usina competitiva até o próximo século”, disse Samek.
Como Itaipu chegou aos 103 milhões de MWh?

Segundo o superintendente de Operação, Celso Torino, não há uma resposta simples para essa pergunta. “É uma soma de ações que vêm sendo adotadas por pessoas capacitadas que estão ou estiveram na Itaipu desde seu início. Um aperfeiçoamento natural e acumulativo dos cuidados com as pessoas, com o meio ambiente, com a barragem, com as instalações e, finalmente, com o nosso propósito comum e binacional, que é a otimização sistemática da produtividade e da produção de energia para o Brasil e Paraguai.”

Eficiência
Outro destaque de Itaipu nos últimos anos tem sido o desempenho operacional (que mede a produção obtida e a produção máxima ideal). O índice em 2016 foi de 96,2%. Isto é, muito próximo do ideal. Segundo Torino, padrão tão elevado de produtividade somente foi possível com um altíssimo nível de competência e integração dos profissionais da empresa, em especial da área técnica, assim como na gestão da produção e do suprimento com os parceiros brasileiros Eletrobras, Furnas, Copel e ONS e paraguaio Ande.

Progressão da produção desde 1984
No primeiro ano de operação, em maio de 1984, Itaipu gerou 276.529 MWh. No ano seguinte, esse volume subiu para 6.327.274 MWh. Ainda na década de 1980, chegou a produzir 47.229.655 MWh.

Em 1995, pela primeira vez, Itaipu ultrapassou o previsto no Tratado que de origem à usina. Foram 77.212.396 MWh naquele ano. Em 1999, a usina superou a marca dos 90 milhões de MWh, com um total de 90.001.900 MWh.

Em 2001, mesmo com uma das piores secas de todos os tempos, a produção ficou em 79.307.075 MWh. Em 2002, ainda sob os efeitos da estiagem prolongada, a geração total fechou em 82.914.269 MWh. Em 2006, Itaipu voltou a produzir acima de 90 milhões, com 92.689.936 MWh.
Em 2008, já finalizado o projeto, que previa 20 unidades geradoras (em 2007 foram instaladas as últimas duas, aumentando a capacidade instalada de 12,6 mil MW para 14 MW), a usina registrou uma produção excepcional de 94.684.781 MWh, seu recorde até então. Esta produção só seria superada em 2012, quando Itaipu atingiu 98.287.128 MWh. Naquele ano, a diretoria estabeleceu como desafio a meta de 100 milhões de MWh.
Já no ano seguinte, em 2013, veio o novo recorde: 98.630.035 MWh. Em 2014, no entanto, a seca que o Brasil enfrentou também afetou a usina. Foi a maior estiagem dos últimos 40 anos, reduzindo a capacidade de praticamente todas as hidrelétricas do País. Itaipu voltou a gerar menos de 90 milhões de MWh -  a binacional gerou 87.795.393 MWh mas com um desempenho operacional de 99,3%, o melhor de sua história. Em 2015, ainda sob efeitos da seca, atendeu o sistemas brasileiro e paraguaio com 89.215.404 MWh.